sábado, 28 de maio de 2011

FC Porto & FC Barcelona




E no dia 26 de Agosto, no Mónaco, lá estaremos, para defrontar a melhor equipa do Mundo e uma das melhores da História do futebol.

3 comentários:

rbn disse...

Quando Messi marcou o 2º, veio na minha cabeça a famosa frase em latim : TAMVS FVDIDVS.

Na minha e na de muitos portistas, mas não creio que isto passou pela cabeça do Luís André, que a esta hora já deve estar maquinando uma estratégia para tentar contrariar este Barcelona de Guardiola.

É em cima desta superequipa, de quem César Luís Menotti(e muita gente não em Portugal) diz pela beleza do futebol aliada a uma autêntica máquina de fazer golos, só pode ser comparável ao Santos de Pelé, que Luís André vai tentar consagrar-se de vez no mundo do futebol conquistando a 2ª supertaça européia para o FC Porto.

Assim sonhamos todos nós portistas.

Só que desta vez, seremos o Braga.

dragon1893 disse...

nao gosto das comparacoes com o barcelona. espero que o porto nunca desca ao nivel do barcelona. ligam o sistema de rega depois de perder contra o inter. fazem teatro constante para expulsarem jogadores adversarios. e sao beneficiados pela uefa. isso nao é o porto. que eu saiba, o nosso Porto conquista tudo com muito trabalho. e nao hà da parte dos portistas tanto odio contra o resto do pais(o resto do pais é que nos odeia). podemos tentar imitar o jogo bonito do barcelona, mas a imitacao(e comparacao) deve acabar ai na minha opiniao.

Armando Pinto disse...

Naturalmente que agora é a nossa vez de, tal como antes os outros diziam, os que apoiavam o Braga, especialmente os que são do contra-o-Porto, também dizermos que como é uma final tudo é possível. Só que nós desejamos mas sabemos que é possível acreditamos.
Curioso é como agora a comunicação lisboeta anda já preocupada em tentar fazer passar a ideia que o Porto não terá hipóteses... pelo que, se ganharmos, como acreditamos, eles, os mouros, vão ter ainda uma maior decepção, uma frustração suprema.
O maior receio é pelas condicionantes que vão possivelmente ter influência, como as ausências dos diversos jogadores que estão nas selecções e, sabe-se lá, quanto ao entosamento entre saídas e entradas...
Por ora basta recordarmos que em 1987 também parecia assim e ganhamos. Ao então super-poderoso Bayern, na Taça dos Campeões.

Armando Pinto