segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Uma solução airosa para A. Pereira



«Álvaro Pereira está a caminho do Nápoles por empréstimo de um ano com opção de compra. Segundo o que Bola Branca apurou, o uruguaio de 26 anos, que já tinha a saída do plantel prevista, vai mesmo para Itália.

O mau ambiente que o jogador tem causado no seio do plantel será a causa principal. Com uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros, a imprensa italiana adianta que o negócio pode ser feito por nove milhões depois de um ano de cedência, que custará um milhão aos transalpinos. 

O ex-portista Cissokho era a prioridade dos napolitanos, mas os franceses do Lyon pretendiam onze milhões de euros pelo atleta. 

Entre os grandes da Europa que já estiveram interessados em Álvaro Pereira, está o Chelsea, que já tinha tentado antes a sua contratação

In, Bola Branca, RR, 13/08/2012

Depois da altercação ocorrida na passada semana em que o lateral esquerdo uruguaio se viu envolvido, o seu destino no FC Porto ficou definitivamente traçado. Sem nunca ter saído do banco em toda a pré-temporada e ter perdido a confiança do treinador ainda no decorrer da época transata, a cotação de mercado de Álvaro Pereira caiu vertiginosamente, tornando os 22 milhões oferecidos há um ano uma miragem.

A rodagem num campeonato com boa visibilidade, como é o italiano, pode ajudar na retoma da carreira e valorização do jogador, mesmo sabendo que na liga transalpina dificilmente alguém pagará o que Roman Abramovich esteve disposto oferecer no verão passado.

Seja como for, uma solução é sempre melhor que um impasse. E Álvaro Pereira está a tornar-se numa pedra no sapato da SAD, pelo que a hipótese de um empréstimo sempre abre maiores perspetivas de retorno financeiro do que treinar à parte no olival.

30 comentários:

meirelesportuense disse...

Não há soluções boas depois do que sucedeu com o AP mas se for emprestado por um ano, com a opção de compra acoplada, será razoável e dará possibilidade à recuperação do jogador.

Hugo disse...

Porque não se fez em relação a este o mesmo que se fez ao Belluschi e ao Sapunaru? Mistérios! Conclusão? Mais uma má decisão, mais problemas! Raios destes tipos, assinam contratos de 4 e 5 anos com cláusulas de rescisão e depois armam estas cenas. Por mim não ia para lado nenhum, ia para a equipa B ou treinava sozinho como os outros!

Hugo Silva

Anónimo disse...

E sabe qual foi verdadeiramente o comportamento profissional de Belu e Sapu para fazer comparações?! É que do AP algum foi publico...

"Mais uma má decisão". Pronto cá temos mais um talento da gestão desportiva....na teoria claro.

Anónimo disse...

O problema é que o jogador aceitou renovar melhorou significativamente as condições financeiras e depois protagonizou epoca sofrivel, logo desvalorizou.

José Correia disse...

Empréstimo com opção de compra?!
Por um dos Ativos mais valiosos do plantel e por quem, há um ano atrás, foi recusada uma proposta de 22 milhões de euros?
Custa-me a crer.
Vou aguardar confirmação da FC Porto SAD.

Hugo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Hugo disse...

Anónimo catedrático na gestão desportiva, como não uso palas nos olhos, é ÓBVIO que o Álvaro não contava para o treinador, seja por que motivo for, como não contam Sapunaru ou Belluschi... Ora a comparação não é entre atitudes de jogadores, mas atitudes dos responsáveis. Se os outros estão a treinar sozinhos para evitar este tipo de problemas, o Álvaro tinha que treinar sozinho também...

Anónimo disse...

Esse menino devia era ficar um ano a correr á volta de um pinheiro ! Façam dele um exemplo sob pena de no futuro se verificarem mais situações destas!

Hélder disse...

Ganhava mais a equipa desportivamente, se este elemento fosse mantido, a treinar à parte como exemplo.

Silva Pereira disse...

BOA TARDE,

Custa a acreditar pelos valores envolvidos, no entanto face á atitude cada vez mais frequente destes casos parecde que est~e tipo de situações estão a fazer escola.
Eu á muito que digo que os adeptos 8e os clubes) não devem fazer com os jogadores se sintam como uns deusos e o seu ego já de si elevado contribua para situações fora da realidade, onde cada vez mais os clubes estão reféns do jogadores e empresários. Jogadores (e mimados), empesários ricos e clubes endividados.
Isto só mudaria com alteração de regras, mas isto é o que não interessa ao sistema.
Cumprimentos

Anónimo disse...

A historia de AP contada direitinha em blogue portista:
"Faz agora um ano, Villas-Boas tinha abandonado o F.C.Porto, assinado pelo Chelsea e queria Alvaro Pereira. O F.C.Porto não aceitou a proposta do clube inglês, 22 milhões de euros, diz o empresário de Palito. Já o referi, mas as razões, penso eu, passaram muito pelo facto de Alex Sandro não ter feito pré-época - esteve no Mundial sub-20 -, não poder fazer a integração natural no F.C.Porto e para além disso, veio lesionado; Rafa ainda não ter recuperado da grave lesão; não ser possível a vinda de Danilo em Agosto, o que permitiria, com a passagem de Fucile para a esquerda, resolver o problema; algum mau estar em relação aos londrinos, pela saída, há última hora, do Libras. Foi uma opção, um acto de gestão, que à posteriori se viria a revelar errado, mas que não me atrevo a criticar. Primeiro, porque ninguém esperaria o que veio a acontecer; depois, porque quando o F.C.Porto, com todas as dificuldades inerentes a um clube que não é rico, coloca em primeiro lugar a parte desportiva, eu só tenho de me congratular. Alvaro não saiu e não gostou, como não gostou o A.Savich, o seu empresário, que não se cansa de repetir os valores do negócio, como se a SAD do F.C.Porto fosse obrigada a prestar-lhe contas pelos actos de gestão que pratica.

Foi isto que aconteceu e se é compreensível, da parte do jogador, algum desconforto, os valores que iria auferir eram bem mais altos, a partir do momento que a decisão foi tomada e o mercado fechou, Alvaro Pereira tinha de ultrapassar o desconforto, ser profissional, não andar, como andou, uma época amuado, jogando claramente abaixo do seu rendimento normal, tendo atitudes lamentáveis, com o corolário a serem as atitudes em Barcelos e no jogo de Braga, recorde-se, muito importante na caminhada do F.C.Porto para o título. Se Alvaro tivesse ultrapassado a azia, rendesse o que estava aos eu alcance, agora, digo eu, já devia estar noutro lado, como não foi assim, as coisas são mais difíceis, os mercados estão mais fechados e a situação não é boa para ninguém. Palito está no F.C.Porto, até vai ao banco, mas não joga e isso, naturalmente, dá aso a especulações. Aceito que este assunto tem de ser gerido com pinças, os superiores interesses do F.C.Porto obrigam a que tenhamos uma paciência de Jó, mas nunca por passarmos pelos maus da fita. Está o internacional uruguaio com a cabeça completamente fora do F.C.Porto, não trabalha bem, está a forçar a saída? E se não houver propostas razoáveis, como devemos agir? Vendê-lo, nem que seja por valores abaixo dos mínimos exigíveis? Não ceder, correndo os riscos de ter, mais uma época, um foco de instabilidade no grupo? Não sei, faltam-me dados, mas às vezes é preferível perder alguma coisa, mas tornar o ambiente mais respirável. Um Palito igual ao de 2011/2012, por favor, não!"

Anónimo disse...

Boa analise e ligada à realidade.

Anónimo disse...

Silva Pereira13 de Agosto de 2012 16:04
BOA TARDE,

Custa a acreditar pelos valores envolvidos, no entanto face á atitude cada vez mais frequente destes casos parecde que est~e tipo de situações estão a fazer escola.
Eu á muito que digo que os adeptos 8e os clubes) não devem fazer com os jogadores se sintam como uns deusos e o seu ego já de si elevado contribua para situações fora da realidade, onde cada vez mais os clubes estão reféns do jogadores e empresários. Jogadores (e mimados), empesários ricos e clubes endividados.
Isto só mudaria com alteração de regras, mas isto é o que não interessa ao sistema.
Cumprimentos
-
É isso.

Tiago Araújo disse...

Já não era sem tempo, já tem de ir às sua vida!

Abraço
http://campeoesfcporto.blogspot.pt/

José Correia disse...

Anónimo das 16:12 disse...
não ser possível a vinda de Danilo em Agosto, o que permitiria, com a passagem de Fucile para a esquerda, resolver o problema

Se a vinda de Danilo em Agosto, com a passagem de Fucile para a esquerda, teria resolvido o problema (enquanto Alex Sandro recuperava da lesão e se integrava no plantel), então a coisa poderia ter sido resolvida quer com Sapunaru, quer com Miguel Lopes do lado direito e com Fucile temporariamente no lado esquerdo.

José Correia disse...

Anónimo das 16:12 disse...
algum mau estar em relação aos londrinos, pela saída, há última hora, do Libras

Outra vez esta conversa?
Após lhe ter entregue pessoalmente o Dragão de ouro e o ter convidado para a festa do seu casamento, quantas mais vezes é que o Pinto da Costa vai ter de aparecer ao lado do André Villas-Boas para que os portistas se convençam de que o AVB não saiu do FC Porto zangado, e muito menos em ruptura, com Pinto da Costa?

José Correia disse...

Anónimo das 16:12 disse...
quando o F.C.Porto, com todas as dificuldades inerentes a um clube que não é rico, coloca em primeiro lugar a parte desportiva, eu só tenho de me congratular

Pois, mas são os próprios administradores da SAD quem diz que o FC Porto precisa de vender jogadores e gerar mais-valias todos os anos. E nos orçamentos que são apresentados e aprovados, está sempre uma verba significativa nesta rubrica.

Temos de ser coerentes nas análises que fazemos e opiniões que emitimos. Não podemos, quando dá jeito, elogiar a Administração da SAD pela sua capacidade em gerar mais-valias significativas com a venda dos melhores jogadores (Deoo, Ricardo Carvalho, Pepe, Quaresma, Lucho, Lisandro, Falcao, etc.) e também elogiar quando faz o contrário, abdicando destas necessárias mais-valias, porque colocou em primeiro lugar a parte desportiva.
Em que ficamos?

Nelson Carvalho disse...

Na verdade, o Álvaro Pereira não saiu no verão passado, não tanto por uma questão desportiva, mas sim porque a SAD já tinha feito um encaixe financeiro muito interessante, nomeadamente com a transferência de Falcao.

Tal como o Zé Correia afirma aqui num comentário anterior, existiam alternativas no plantel para colmatar a saída do Palito. E quando vejo por estes dias Vítor Pereira a cingir-se a Mangala para a mesma posição, fica bem explanada a "prioridade desportiva" de quem gere os destinos do clube.

De qualquer modo, e tal como já pude expressar a minha opinião num artigo à poucos dias atrás, jogadores e casos na situação do Álvaro Pereira são para despachar (empréstimo ou venda) rapidamente. Como o dinheiro não abunda em lado nenhum, a hipótese de empréstimo é sempre melhor do que manter um recurso parado.

Dito isto, apesar de esta notícia que hoje foi veiculada, continuo achar que o mais provável é Álvaro Pereira ser transferido em definitivo, ao invés de um empréstimo.

Hugo disse...

Engraçado comentários anonimos de um blogue que só fala mal deste..

Hugo Silva

Silva pereira disse...

Boa tarde,

Todos nós cometemos erros e é fácil constatá-los no dia seguinte daí se dizer que é fácil acertar no euromilhões e ganhar na bolsa no dia seguinte.
O que sei e penso que todos nós decisimos as situações pensando nas circunstâncias conhecidas e prespetivando um futuro. Ora quando dependemos de outros e num negócio cada vez mais evidenciado por pessoas sem caráter e escrupulos torna-se complicado. Sei também que os dirigentes do FCP são dos mais conhecedores e experientes e JNPC defenderá o melhor que sabe os interesses do FCP, como tal aguardo o fim de Agosto para fazer o balanço.

Cumprimentos

Anónimo disse...

Depois de se ganhar a UEFA havia entre todos uma grande ilusão em fazer carreira na LC e se possivel tentar-se-ia manter todo o plantel para o efeito.
E é verdade que naquela altura se APereira saísse entre lesionados e outras questões não havia qualquer alternativa.

Agora há pelo menos o categorizado Alex Sandro.

Anónimo disse...

Não tenho nada a ver com nenhum blogue.
Mas respeito e acompanho parte da blogosfera portista e só posso deixar elogios a todos pela defesa (cada um à sua maneira) e divulgação que fazem do FCP.
Portanto acalme-se.

Nightwish disse...

Acho que os clubes têm de se adaptar à realidade do mercado laboral, deixarem-se de clausas astronómicas e demais distorções. Depois, já podem despedir à vontade.
Senão, os trabalhadores fazem pela vida.

Mário Faria disse...

Reconheço que as coisas às vezes não correm bem. A preparação da época de 2011/12 demonstrou que as relações do FCP com o mercado da compra estavam mais complicadas em função do clima recessivo que batia à porta da Europa, e porque as cláusulas de rescisão que tinham toda a oportunidade para defender o clube desportivamente do assalto dos “especuladores” era um empecilho para uma negociação que tivesse em conta a situação financeira dos clubes em geral e do FCP em particular. A rigidez raramente é boa conselheira, em tempos de penúria.

Os clubes que querem comprar esperam, os clubes que querem vender esperam e os jogadores que querem sair desesperam e pressionam os clubes que servem.

Em função desta situação, o FCP passou a ter no plantel um conjunto demasiado alargado de insatisfeitos que não nos traz qualquer benefício. Podemos queixar-nos da ingratidão dos atletas, de falta de zelo, de incumprimento contratual e de tudo junto. Porém, não se pode é deixar de reconhecer que têm todo o direito de tentar seguir outro destino. E quando são contrariados, particularmente depois do clube ter sido confrontado com uma proposta justa, rebelam-se e deixam de estar cá. Este processo gera natural conflitualidade em que todos os intervenientes, provavelmente, sairão prejudicados. Mas, com o mal dos outros posso bem. O prejuízo do FCP já me custa a digerir.

A direcção/administração tem de defender os interesses do clube e, duma maneira geral, tem-no feito bem. A partir de 2011/12 a coisa não tem corrido (tão) bem. Espero que JNPC se mantenha exigente, lúcido e capaz de avaliar alguns procedimentos que parecem excessivos. Refiro-me ao tratamento que foi dado a CR, Beluschi, Sapu, Ukra e AP. Nunca antes, tantos foram descriminados em tão pouco tempo. O que mudou ?

Anónimo disse...

Eu deixava-o a correr à parte na equipa B até vir pedir desculpa. E aí, caso treinasse a um nível no mínimo melhor que o dos seus concorrentes voltava a considerá-lo opção.
Ainda me recordo dos tempos em que quem se portava mal ia treinar à parte para a equipa B nem que fosse a época inteira como aconteceu com o Féher.
Se por um lado podemos estar a perder 15, 20 milhões mais os salários, por outro uma reputação vale quantos milhões?
Há que parar com estas situações!
Viram o que fez o presidente do Nápoles com o Cavani?

Sansoni7 disse...

Absolutamente de acordo....
É assim que penso, desde que se deu a saída da André Vilas Boas para o Chelsea.

!5 milhões é muito dinheiro...o resto são estóri(nh)as.

Cumprs

D.Liberal disse...

Parece que a "boa gestão" do mister Vitó que já está em colisão com o Lucho não perturba os colegas portistas? Fazem mal. Este ano o Lucho e o Iturbe são os alvos a abater pelo pior treinador desde octávio do FCP. Uma tristeza...

Sansoni7 disse...


E onde estão os factos que indiciam essa «rota de colisão»?

Cumprs

meirelesportuense disse...

Acredito que há sempre uma solução para todos os problemas.
Se existir vontade e um pedido de desculpas nem que seja interno mas sincero, as coisas podem ajustar-se e voltar à normalidade.
Assim ganhavam todos, ganhava o Clube mais um ano com um defesa de qualidade ao lado do Alex Sandro.Os dois poderiam complementar-se -aliás como sempre pensei- e construir uma ala esquerda fenomenal.
Ganhava o jogador e o clube o tempo suficiente para preparar uma transferência sem pressas e urgências desnecessárias...
A saída previsível do Hulk reforça ainda mais essa possibilidade.
O Porto, se o Hulk sair já neste Agosto vai ter dificuldades em encontrar elementos desiquilibradores de facto, embora eu veja algumas potencialidades em Iturbe, Kelvin e Atsu mais o já indiscutível James...Temos ainda Djalma e Varela.Mas a presença de Álvaro Pereira na esquerda abre ainda mais esse leque opcional e é muito real, Alex parece ser mais posicional ou fixo, Pereira ter mais profundidade e capacidade de cruzamento e remate.
Tudo isto claro são conjecturas, o que parece certo pode não se revelar assim e o contrário também.
Certo é que a possível saída do Hulk ou do Moutinho criará problemas muito grandes para conseguir compensar a equipa.
Entrará muito dinheiro, mas o valor dos novos jogadores só será testado e avaliado a sério mais para a frente.
Nunca se sabe nada a não ser depois de verificado no terreno jogo após jogo.
Não queria estar na pele dos dirigentes.
Esta máquina é muito complicada de gerir.
Há tantos interesses envolvidos.
Tanta dificuldade em saber prever os resultados das opções tomadas.
Há tante gente envolvida e estou apenas a falar dos jogadores, já nem sequer penso nos intermediários ou empresários também muito interessados nestas matérias.
Estive a ver o jogo da B com o Tondela, e se já tinha uma ideia boa sobre um ou outro jogador, acentuei agora essa sensação...Existe por ali um jogador muito acima da média e mais não digo...

Silva Pereira disse...

Boa tarde,
Caro Mário Faria no global concordo, onde discordo é no seguinte. É legitimo ter aspirações a melhorar os seus contratos, mas uma coisa que eu aprendi por educação (até a palavra chegava) e profissão é que os contratos são assinados livremente e para serem revogados terá que haver acordo entre os intervenientes. Ora, o que se está a assistir atualmente é uma das partes a querer rasgar o contrato só olhando para os seus interesses e isso é falta de caráter e digo de berço e isso é que eu critico.
Existe em direito um figura chamada de posição leonina e que neste momento já não é dos clubes mas sim dos jogadores e empresários nomeadamente quando estão na facha etária dos 22 aos 27anos, porque quando chegam aos 30 anos já a postura muda e entendem que devem renovar até aos 40 anos e depois ainda continuarem ao serviço do clube.

Como se resolve esta equação é dificil porque cada vez mais o futebol está convertido num mercado de predadores e presas e em que as entidades reguladoras assubiam para o lado.

Cumprimentos