quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Lembram-se do Rui Pedro?


Rui Pedro Couto Ramalho, mais conhecido por Rui Pedro, nasceu em Lever, a 2 de Julho de 1988 (tem 24 anos).

Iniciou-se com oito anos no Leverense e transferiu-se para o FC Porto dois anos mais tarde, tendo-se estreado na equipa A infantil dos dragõezinhos com dois golos, num jogo contra o Leixões.

Fez toda a sua formação no FC Porto, clube pelo qual foi internacional português nos sub-16, sub-17, sub-18, sub-19 e sub-21 (num total de 49 internacionalizações e 14 golos).

Joga habitualmente na posição de número 10 (médio atacante), mas também pode jogar a avançado centro, ou ser colocado numa das alas.

No início da época 2007/08, foi chamado dos Juniores à equipa principal do FC Porto.
Na segunda metade da época 2007/08 jogou no Estrela da Amadora, por empréstimo do FC Porto.
Na época 2008/09 foi emprestado ao Portimonense.
Na época 2009/10 foi emprestado ao Gil Vicente.
Na época 2010/11 foi emprestado ao Leixões, ao serviço do qual marcou 12 golos.
Na época 2011/12 desvinculou-se do FC Porto e foi contratado pelo Cluj da Roménia, onde atuam vários jogadores portugueses.

Ontem, segundo o próprio, fez o melhor jogo da sua vida. De facto, em apenas 26 minutos (aos 7, 15 e 33), Rui Pedro marcou três golos ao SC Braga e, depois de Cristiano Ronaldo, tornou-se o segundo futebolista português a conseguir um hat trick na Liga dos Campeões, naquele que foi apenas o seu segundo jogo nesta prova.

Fontes: Wikipedia, ojogo.pt
Foto: Maisfutebol

30 comentários:

Joaquim Lima disse...

Achei alguma piada os comentadores da TVI a dizer que o Rui Pedro passou por alguns clubes portugueses como E. da Amadora, Gil Vicente e Leixões... e não os ouvi falar do Porto!

DC disse...

Rui Pedro, Vieirinha, Bruno Gama, Hélder Barbosa, Paulo Machado, Nuno André Coelho, André Leão, André Pinto...
Alguns nomes que podiam perfeitamente ter estado no plantel principal do Porto em vez de Klébers, Marianos, Valeris, Tomas Costas, etc...
Não estiveram ou foram queimado não só devido à direcção mas essencialmente graças a um senhor: Jesualdo Ferreira!

miguel87 disse...

O Cluj apresentou de inicio mais jogadores formados no Porto (2) do que o próprio Porto costuma apresentar (0).

E eu preferia uma perna do Ivo Pinto do que o Miguel Lopes inteiro...

Miguel Lourenço Pereira disse...

Zé,

Eu continuo a acreditar que a formação de um clube como o FC Porto, na sua base, no talento dos jogadores descobertos, é boa. O problema é que o modelo de gestão profissional do projecto 611, a forma como muitos jogadores eram utilizados como moeda de troca em manobras de bastidores e, sobretudo, a ausência de minutos na primeira equipa, mesmo nos jogos mais simbólicos, levou uma geração, a mesma que o DC enuncia, a ir procurar fortuna para outras terras.

É pena!

Jorge Ricardo Pinto disse...

Se não estou em erro, o Rui Pedro é o jogador com mais golos marcados nas camadas jovens de toda a história do FCP. Não sei se alguém pode confirmar isto.

reine margot disse...

Disparate! como se pode dizer isso ?
Ontem o Rui Pedro fez o melhor jogo da vida dele, contra o Braga e virou notícia. Mas, e os restantes jogos? Onde andou a brilhar? e com ele o Vieirinha o Bruno Gama o Paulo Machado ? São, sem dúvida bons jogadores, mas apenas isso... á a vida! O mundo está cheio de bons alunos na escola, que não dão nada na vida profissional...

Anónimo disse...

È só "populistas".

O Rui Pedro sabe jogar à bola e pode fazer uma carreira muito interessante.

Mas até há pouco tempo não era titular no Cluj e o patamar futebolistico do FCP é outro.

Esta "gente" (aparentemente portista) não aprende.

Anónimo disse...

E jogavas para que lugar do campeonato ???!!!

D.Pedro disse...

Nos FCP estamos logo a seguir ( e oxalá se mantenha) a Barcelons , Real Madrid,ManchesterUnited,Bayern e poucos mais ou seja a responsabilidade do FCP e da nossa equipa é muita...

Miguel Lourenço Pereira disse...

"Rui Pedro: «Fui sempre encostado no F.C. Porto»"

O «carrasco» do Sp. Braga na Liga dos Campeões foi um jovem português à procura do seu espaço. Agora que começa a afirmar-se com a camisola do Cluj, clube para o qual emigrou em 2011, Rui Pedro recorda com alguma mágoa a promoção aos seniores do F.C. Porto, emblema onde fez quase toda a formação.

«Nunca tive uma oportunidade em Portugal. Não fui bem aproveitado no F.C. Porto. Não tanto por falta de oportunidades para jogar na equipa principal, pois sei que é difícil, mas pela forma como fui tratado. Fui sempre encostado. Era sempre enviado para a II Liga, e nunca tive oportunidades na Liga», lamenta o avançado, que começou por ser cedido a um emblema do principal escalão, no caso o Estrela da Amadora (2007/08), mas que depois «rodou» sempre no segundo patamar do futebol português, ao serviço de Portimonense (2008/09), Gil Vicente (2009/10) e Leixões (2010/11).

Leia também: As horas agitadas do novo herói de Cluj

A cumprir a segunda época na Roménia, Rui Pedro parece arrancar para a época de afirmação, depois de uma temporada mais discreta. «Esta época está a correr muito melhor. O ano passado foi de adaptação, e agora quero afirmar-me», diz o avançado, que partilha o balneário com mais oito compatriotas: «Sinto-me mais em Portugal do que em muitas equipas portuguesas.»

O contingente luso foi recentemente reforçado com a chegada do técnico Paulo Sérgio e do adjunto Sérgio Cruz. «O Cluj não está mais forte com ele, está muito mais forte. As ideias são completamente diferentes. Com o treinador romeno havia pouca organização. Nota-se que a mentalidade é outra. Agora estamos muito mais organizados, a nossa pressão é muito mais forte. Melhorámos todos», explica o jogador de 24 anos ao nosso jornal.

Feliz na Roménia, Rui Pedro não pensa, pelo menos para já, num regresso a Portugal: «É difícil, tirando os três grandes. Para já quero afirmar-me aqui, e tenho mais um ano e meio de contrato, mas mentiria se dissesse que não tenho a ambição de representar outros clubes.»

Quem consegue um «hat trick» na Liga dos Campeões tem legitimidade para sonhar com a Seleção, e Rui Pedro até passou por todos os escalões de formação da equipas das quinas. «É difícil, pois o campeonato romeno não é visto como muito competitivo, mas claro que uma chamada me deixaria feliz. Trabalho sempre para melhorar.»

Joaquim Lima disse...

Para corroborar: «Nunca tive uma oportunidade em Portugal. Não fui bem aproveitado no F.C. Porto. Não tanto por falta de oportunidades para jogar na equipa principal, pois sei que é difícil, mas pela forma como fui tratado. Fui sempre encostado. Era sempre enviado para a II Liga, e nunca tive oportunidades na Liga», lamenta o avançado.

Anónimo disse...

Há semelhanças entre as aspirações do Cluj e do FCP ?!

O Braga em condições normais eliminava o Cluj.

Zé Luís disse...

Pra aqui está uma tese, a do fracassado 611 Project, que partilho. É uma daquelas coisas, caras (e talvez feias...), que acabam desvalorizadas face aos êxitos que se desejam. E é pena, embora continue a achar que, para o nível do FC Porto, a maior parte destes jogadores não serviria! Porém, a verdade é que nenhuma oportunidade foi dada e, assim, o espírito dos anos 90 e de uma equipa de novo com Baías, Jorge Costa, Jorge Couto, Domingos e tal perde-se e não creio que jamais se recupere.
Para quem encontra de novo o bode expiatório em Jesualdo, pois é precisamente pategos assim que encobrem os fracassos e as vitórias deixam-nos ébrios. Porque a Política Desportiva, da Formação até ao mais alto nível, é da SAD e esse fracasso tem um nome Antero Henrique. Tão simples quanto isso.

Zé Luís disse...

A questáo primordial é o falhanço do modelo, não os nomes nem as circunstâncias. Porque jogadores houve que tiveram oportunidades: Ivanildo, por exemplo, a quem nunca augurei nada de bom, teve toda a paciência de Adriaanse e nunc arendeu nem convenceu. Resta saber se todos os treinadores têm condições para recrutar noutro lado ou limitarem-se a aproveitar o que há. Terá sido o caso de Adriaanse, mas depois foi sempre abrir os cordões à bolsa. Com os êxitos que se festejam mas os custos que se sabem.

DC disse...

Pois são, e o Valeri, Tomás Costa, Stepanov, etc eram bons jogadores?
Eu não disse que eles eram titulares no Porto, mas fariam bem melhor do que alguns jogadores estrangeiros que contratamos e que nos custaram vários milhões.

E na minha opinião, Vieirinha e Paulo Machado, neste momento lutariam claramente pela titularidade no Porto.

DC disse...

E o Barcelona tem para aí 15 canteranos no plantel, o United tem Welbeck, Evans, Cleverley, Fletcher, etc e o Bayern tem Muller, Alaba, Kroos, Lahm, Badstuber, Schweinsteiger...
Ás vezes o que um jogador precisa para pegar de estaca é uma oportunidade.

DC disse...

Quais foram as condições anormais que levaram a perder os 2 jogos?

Miguel Lourenço Pereira disse...

@Reine Margot,

Parece não ter captado a mensagem. Ninguém disse que esses jogadores são, actualmente, la creme de la creme do futebol português. O que diz o DC - e eu subscrevo - é que num plantel de 24 jogadores, tinham perfeitamente lugar à frente de muitas das figuras citadas que, no seu tempo, foram responsáveis pela sua saída. Nothing else!

Miguel Lourenço Pereira disse...

@Anónimo

O patamar do FC Porto chama-se Kléber ou Walter?

Miguel Lourenço Pereira disse...

@D. Pedro

Em Espanha o Real Madrid tem como terceiro avançado um miudo da casa, um tal Morata. Em Old Trafford anda por lá há alguns anos o Kiko Macheda. O Barça tentou com o Bojan, que não deu. Nenhum desses três jogadores serviriam para roubar a titularidade do ataque do FCP.
Mas quem falou aqui de titulares?

Miguel Lourenço Pereira disse...

@Anónimo,

Quais foram as condições anormais que implicaram dois jogos, duas derrotas categóricas em futebol e números e uma eliminação de todas as provas europeias num grupo bastante equilibrado antes da última ronda?

Miguel Lourenço Pereira disse...

@Zé Luis,

Exactamente. Todas as gerações prévias ao projecto 611 tiveram oportunidades. Lembro-me do primeiro jogo do Ricardo Carvalho nas Antas, um 3-1 ao Salgueiros em que o golo do salgueiral é culpa dele, nervoso, a perder a bola à frente da baliza. Teve tempo, demorou 3 anos até ser titular e tornou-se no que foi.

Nem todos seriam os novos Jorge Costa ou Domingos, muitos seriam Folhas, Binos, jogadores medianos mas uteis num plantel nem que seja para conservar a essência do balneário. São esses jogadores que fazem, o que em Espanha se chama "piña", como Pedro Emanuel, resgatado ao Boavista como um lider, mas também os Nuno Valente e companhia.

O FC Porto não só abandonou esses miudos que tanto prometiam como não lhes deu a paciência que estes processos exigem. Eu vejo os Bruno Gama, Helder Barbosa e Paulo Machado e encontro potencial, que nos treinadores certos, com o método certo podia ter dado para bastante mais. Mas rodar por rodar, sem esperanças de voltar, destroi a carreira de qualquer um!

Anónimo disse...

Mal vêm uma "brechazita" aí estão eles os "confusionistas".

Anónimo disse...

A maioria esmagadora dos portistas que aqui opinam sobre futebol juvenil se calhar passam-se meses e meses e não vêm um jogo do futebol juvenil mas opinam e de "catedra" !!!

Anónimo disse...

O Projecto (!!!!) 611 foi um fracasso completo e o sr. Luis Castro um dos maiores barretes do FCP. Nem sei o que é que ele anda lá a fazer. Sei que é o responsável directo por, p.ex. o Andre Gomes agora brilhar no Benfica pois nnca o quis aproveitar. Sei isto de fonte directa... cheguei a jogar à bola com o André!! Esse senhor pos a sua vaidade pessoal (acha-se um Mourinho) à frente dos interesses do clube e seria altura de pedir responsabilidades.
Como disse Churchill "por uito boa que seja a estratégia, ocasionalmente convem olhar para os resultados".... e de facto o "scouting" tem dado mais que a Formação....
Nesta altura apenas a equipa do Capucho parece capaz de dar uma fornada de jogadores....
Vamos ver
JO

José Correia disse...

@DC
O primeiro (e único) treinador a dar uma oportunidade ao Rui Pedro no FC Porto foi precisamente o Jesualdo Ferreira, na primeira parte da época 2007/08, quando o chamou dos Juniores à equipa principal do FC Porto.

Na época 2010/11, quando o Rui Pedro foi emprestado ao Leixões (ao serviço do qual marcou 12 golos), o treinador principal do FC Porto era AVB.

E na época seguinte, 2011/12, quando o Rui Pedro foi dispensado do FC Porto e foi contratado pelo Cluj, o treinador principal do FC Porto era o Vítor Pereira.

Anónimo disse...

Deixa lá o projecto 611 seguir o seu caminho e olha para o teu clube.

DC disse...

Mas este André Gomes já provou alguma coisa além de que é bastante caceteiro?
Já agora o André Almeida também é um fora-de-série não?

A nossa formação não tem trabalhado bem, é um facto, mas a do 5LB tem? É que a única razão para eles andarem com gente da formação é porque o presidente lhes vendeu o meio-campo. Era a formação ou o Barbas a jogar a médio defensivo...
Nós se vendêssemos o Fernando e o Moutinho, o Castro, Pedro Moreira e o Mikel também vinham para titulares. Ia ser uma maravilha!

Daniel Gonçalves disse...

Respondendo directamente à pergunta do José Correia: não, não me lembro do Rui Pedro, e considero que daqui por 5 ou 6 meses pouca gente, no mundo futebolístico, se lembrará dele.

Caro DC, para si a culpa pelo não aproveitamento de todos esses craques que referiu foi do Jesualdo. Para mim essa questão é irrelevante, a grande questão e o cerne da questão é saber se esses jogadores que citou conseguiriam ser melhores que Lucho, Anderson, Paulo Assunção, Fernando, James.
A verdade é que todos esses referidos jogadores, desde que saíram do FC Porto, tiveram condições desportivas e psicológicas - nem que fosse o desejo/raiva de mostrar que foram injustamente preteridos - para singrar e no entanto nenhum deles mostrou ter valor para ser titular na equipa principal do FC Porto.
Se eles poderiam ficar no plantel como suplentes e como substitutos dos habituais titulares? Talvez, mas até certo ponto, porque duvido que alguns desses jogadores aceitassem a condição de "eterno suplente", aliás tal situação poderia tornar-se desmotivante, e foi a pensar nisso que alguns deles preferiram procurar fortuna e mostrar o seu talento noutros locais.

Miguel Lourenço Pereira disse "Eu vejo os Bruno Gama, Helder Barbosa e Paulo Machado e encontro potencial, que nos treinadores certos, com o método certo podia ter dado para bastante mais..." Talvez Miguel, aceito com prudência a sua afirmação, mas a culpa não pode ser, sempre, do Jesualdo pelo não aproveitamento desses jogadores como alguns portistas fazem, e não estou a dizer que o Miguel é um deles. Mas o Jesualdo - assim como qualquer outro treinador nas mesmas condições - precisava de resultados imediatos, e portanto de jogadores feitos, e não podia esperar pelo crescimento de jogadores.

Ninguém falou do Hugo Almeida, mas a verdade é o Co Adrianse também o dispensou em detrimento de avançado de outro nível, capaz de exibições condizentes com uma competição como a Champions.

Quanto ao Rui Pedro considero que teve um fogacho de brilho como qualquer jogador (banal ou genial) tem na carreira. Não lhe desejo nada de mal, mas se me enganar sobre o valor dele, admitirei o meu erro.

Daniel Gonçalves disse...

Miguel Lourenço Pereira disse "Lembro-me do primeiro jogo do Ricardo Carvalho nas Antas, um 3-1 ao Salgueiros em que o golo do salgueiral é culpa dele".
Eu ainda me lembro de um jogo, na temporada de 1990/1991 com Artur Jorge a treinador, no Bessa frente ao Boavista. Os centrais titulares no primeiro terço do campeonato foram o Geraldão e o Aloísio, mas depois houve o problema com o Geraldão, e este foi afastado da equipa. Para o substituir Artur Jorge tornou Fernando Couto titular, pois Paulo Pereira (o outro central da equipa) foi jogar para defesa-lateral esquerdo após a venda em Dezembro do Branco ao Génova, pois o checo Vlk ainda não apareceu logo como substituto do Branco.
Ora nesse jogo do Bessa, que não me lembro agora qual a jornada, mas sei que foi para o meio da temporada, estávamos a ganhar por 1-0 até aos minutos finais do jogo, quando num atraso displicente e disparatado do Fernando Couto para o Vítor Baía o passe foi curto e apareceu um jogador do Boavista, o Marlon Brando, a recuperar a bola e a marcar o golo do empate já mesmo no final da partida. Consequência: empatamos o jogo, e perdemos 1 ponto, pois a vitória na altura ainda só valia 2 pontos. Quando chegamos ao jogo decisivo nas Antas frente ao slb (perdemos por 2-0 com os golos do César Brito) estávamos a 1 ponto do nosso adversário. Quem sabe se - numa mera hipótese contra-factual - entrássemos em campo em igualdade pontual, não entraríamos com outro estado anímico em vez de uma ansiedade e da pressão em ganhar que só nos prejudicou, pois os golos surgiram em contra-ataque e quando os nossos jogadores procuravam desesperadamente a vitória. É muita especulação e não será muito honesto afirmar que aquele ponto perdido no Bessa, resultante de um erro disparatado do "jovem" Fernando Couto, nos custou um Título, apenas serve para demonstrar que na actual fase competitiva da Liga Portuguesa e, sobretudo, da Champions pode ser contraproducente estar a dar tempo - como o que foi dado a Ricardo Carvalho como muito bem referis-te - para desenvolver jogadores em experiências de campo. O próprio Ricardo Carvalho esteve 1 temporada emprestado ao Vitória de Setúbal para ajudar no crescimento, como ele outros jogadores, o Rui Pedro por exemplo, também tiveram essa oportunidade e no entanto não justificaram um regresso ao FC Porto e uma aposta na sua titularidade.
Abraço.