domingo, 28 de dezembro de 2014

23 jogos depois…

Em 17 de Novembro, após os primeiros 17 jogos oficiais desta época, publiquei um texto com o título O “9 base” de Lopetegui.

Algumas das tendências que existiam confirmaram-se e, nesta altura, após 23 jogos oficiais – 14 para o Campeonato (D1), 8 para a Liga dos Campeões (LC) e 1 para a Taça de Portugal (TP) – os números dizem-nos que já se pode falar num onze base de Lopetegui:

Guarda-redes: Fabiano
Quarteto defensivo: Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro
Trio do meio-campo: Casemiro, Herrera, Óliver
Trio de ataque: Brahimi, Jackson, Tello

Números dos primeiros 23 jogos do FC Porto (clique para ampliar)

Estes onze jogadores foram utilizados em, pelo menos, 18 dos 23 jogos oficiais já disputados pelo FC Porto e apenas um deles – Cristian Tello – tem menos de 1000 minutos nas pernas.

O 12º jogador (em termos de minutos de utilização) é Quaresma. Aliás, a diferença entre Tello e Quaresma não é muito significativa, mas o extremo emprestado pelo FC Barcelona leva uma pequena vantagem em termos de minutos, número de jogos e número de vezes em que foram titulares.

Entre os “não-titulares”, os mais utilizados por Lopetegui são Quaresma, Marcano, Rúben Neves, Quintero e Adrián López, todos já utilizados em, pelo menos, 10 jogos.

No pólo oposto, os menos utilizados por Lopetegui são: Diego Reyes, José Campaña, Kelvin, Ricardo Nunes, Helton, Daniel Opare e Otávio (os quatro últimos com zero minutos de utilização).
Perante estes níveis de (não) utilização, penso que ninguém ficaria surpreendido se, destes sete jogadores, dois ou três saíssem por empréstimo no minimercado de Janeiro.

Algumas curiosidades…

A melhor série do FC Porto foram os primeiros cinco jogos – 5 vitórias, 9 golos marcados, 0 golos sofridos – todos disputados em Agosto (numa altura em que até seria de esperar que a equipa não estivesse “bem afinada”).

Esta série foi interrompida em Guimarães (1-1), num jogo marcado por uma arbitragem tenebrosa de um árbitro em final de carreira – Paulo Baptista – em que foi anulado um golo limpo a Brahimi, ficaram por assinalar dois penáltis a favor do FC Porto e, ainda na 1ª parte, deveria ter sido expulso um jogador do Vitória.

À melhor série sucedeu a pior série, com apenas uma vitória nos cinco jogos seguintes (E-V-E-E-E).

Entre as duas derrotas (ambas no Estádio do Dragão, contra os rivais lisboetas da 2ª circular!), os dragões disputaram nove jogos, nos quais cederam apenas dois empates: no Estoril (2-2), em que, mais uma vez, o FC Porto foi prejudicado pela arbitragem e em casa contra o Shakhtar (1-1), em que Lopetegui decidiu poupar oito dos habituais titulares.

2 comentários:

ajcmelo disse...

Acho que falta o Aboubakar

Filipe Ferreira disse...

Uma pergunta fora disto:
O que se passa com o blog Bibó Porto carago?
Quando entro lá o meu anti-virus diz que o site está infetado e aparece uma página em branco.
Agradeço a quem me explicar a situação.
Abraços.