sexta-feira, 3 de junho de 2016

E agora DD, o silêncio?


Este animal escreveu isto sobre o jogo de ontem da Selecção Nacional:

Bruno Alves, 34 anos, jogador de futebol com uma já longa carreira, iniciada no Varzim e com passagens por clubes da Grécia, Rússia, Turquia e, claro, no FC Porto, não tinha qualquer razão para, aos 35 minutos de jogo, numa jogada perto da linha de meio campo, ter dado um pontapé na cabeça de um inglês. Porquê? Não se sabe, nunca se perceberá.

Mas sabe-se que tramou Fernando Santos, impedindo o treinador da seleção de Portugal de testar fosse o fosse para lá da defesa que, segura, se manteve impecável até sofrer um golo já nos últimos minutos.

Estaria Bruno a pensar que ainda jogava no FC Porto, no início do século, com os árbitros desse tempo? Ou julgava que já tinha voltado a jogar no FCP, com os árbitros de hoje?


E agora pergunto se o Dragões Diário, sempre pronto para reagir e a atacar de forma infame Miguel Sousa Tavares, Rui Moreira ou Vítor Baía, entre outros portistas que se atrevam a criticar a gestão da SAD, vai reagir a estas declarações insultuosas e provocatórias para com o FC Porto ou se vai ignorar e remeter-se ao silêncio.
   

27 comentários:

SUMO disse...

MCadete@impresa.pt - vamos todos escrever-lhe a explicar o quão errado está.

Bruno Martins Ferreira disse...

Boa tarde,

Espero que o DD faça o que entender. Que não funcione a reboque, e que pense e tenha uma linha orientadora. Se quer que lhe dê a minha opinião muito pessoal, deveria responder da forma mais esclarecedora quando se comunica com ignorantes, SILÊNCIO !

Mas também desde já lhe digo que se o DD respondem a "ilustres" portistas é porque esses mesmos "ilustres" se comportam e mandam atoardas tão ou mais graves como as dos nossos inimigos, que pelo que se pode ler por estes e outros fóruns, começam a proliferar e vestem também de azul ! porque inimigo não é o que nos ataca, inimigo é o que nos ataca sem fundamento, razão e maldade. Tudo o resto é desporto e bem saudável em competição.

Falem mais daquilo que nos UNE, do que daquilo que nos SEPARA !

força Porto

Filipe Sousa disse...

Benfiquistas que só veem jogos do Porto, sao naturalmente insuportáveis. Mas aquilo que realmente me preocupa é a possibilidade de o Bruno Alves, voltar ao Porto - por favor, ao largo! Longe! Longe!

Pedro Reis disse...

Sinceramente estes comentários/opiniões não me preocupam nada...
O que me preocupa é pensar que o Bruno Alves pode regressar ao FCP, porque definitivamente será um erro crasso. Continua com os mesmos tiques irracionais e violentos e não tem a qualidade/frescura que precisamos no FCP. E não me falem de mística que é um disparate achar que é este tipo de mística que nos vai levar ao êxito...

P.S. O Ricardo Carvalho com 38 anos, ainda mete o Bruno Alves a um canto...

Paulo Marques disse...

Se fosse violento, o jogador não se levantava: o Pepe bem sabe como se faz. É só tosco e não pensa antes de ir à bola.

Pedro disse...

Chamar portista ao Miguel Sousa Tavares é piada...

Quanto ao assunto em questão, e porque estamos a falar de um director adjunto do Expresso, será muito grave que o clube, até mais do que o DD, não reaja a afirmações destas.

Daniel Gonçalves disse...

O jornal "Expresso" é um antro de benfiquistas fanáticos com pouco respeito pela verdade e pela realidade dos factos. Gente que se julga muito culta e erudita oriundos de uma pseudo-elite urbana com tiques arrogantes para com os restantes mortais. O Henrique Raposo, outro que se julga muito inteligente e culto, também escreve textos de puro fanatismo anti-portismo, reflexo de uma mente irracional e demente, provenientes de um estalinismo enraízado na mente, e no sub-inconsciente, legado por via familiar.

Daniel Gonçalves disse...

Uma característica da canalha que trabalha no "Expresso" é a cobardia, não tem tomates para manifestar o seu anti-portismo cara-a-cara com adeptos ou personalidades do FC Porto, nem possuem coragem para afirma,r ou manifestar, a sua aversão ao FC Porto em público onde existe a possibilidade de contraditório. A coragem deles só existe à frente do teclado e protegidos pela "liberdade de imprensa".

meirelesportuense disse...

O assunto mais comentado sobre o jogo de ontem foi a entrada e expulsão do Bruno Alves e até as palavras comedidas de Fernando Santos na conferência feita pós desafio, foram de imediato criticadas e porquê? Porque tocavam num ex-jogador do FCdoPorto. Todos vimos entradas violentas feitas por muitos jogadores profissionais, mas elas são avaliadas de acordo com a simpatia particular dos jornalistas ou comentadores ocasionais que as fazem.
O Bruno Alves perde muitas vezes a noção do que faz, ele e Pepe, o problema é que não existem em Portugal melhores que eles naquela função. Eles e Ricardo Carvalho, por sinal todos ex-jogadores do Porto.
-Isso dói, mas serve para até assim por razões menos directas, poderem atacar quem?...
E aproveito também para dizer que concordo com muito do que o comentador "BrunoMartinsFerreira" expressou.

José Correia disse...

Daniel Gonçalves disse:
«O Henrique Raposo, outro que se julga muito inteligente e culto, também escreve textos de puro fanatismo anti-portismo, reflexo de uma mente irracional e demente, provenientes de um estalinismo enraízado na mente, e no sub-inconsciente, legado por via familiar»

No caso do Henrique Raposo, um individuo com mentalidade de direita (ou de extrema direita), não me parece que as raízes sejam estalinistas...

José Correia disse...

«Dor de corno
O mundo está cheio de gente intolerante, cheia de preconceitos, profundamente discriminatória. Os mais perigosos são os que o fazem veladamente, sob uma capa bem-falante. Neste capítulo insere-se Miguel Cadete, diretor-adjunto do Expresso e epidermicamente anti-Porto, daqueles que são incapazes de reconhecer mérito nas nossas vitórias e inventam cenários mirabolantes para as tentarem diminuir. Ontem assinou um texto deplorável, com insinuações que desqualificam o próprio jornal. Aguardamos que o Expresso esclareça se subscreve as palermices do seu diretor-adjunto e se acha que os insultos de Miguel Cadete se inserem no simples exercício do direito à opinião. Como disse sabiamente Manuel Machado, "um vintém é um vintém e um cretino é um cretino".»
Francisco J. Marques
Dragões Diário, 04-06-2016

Unknown disse...

Já estão satisfeitos ? Não se unam não à volta do nosso clube e do nosso Grande Presidente que mais ataques destes vão acontecer.

Daniel Gonçalves disse...

José Correia disse "No caso do Henrique Raposo, um individuo com mentalidade de direita (ou de extrema direita)..."

Desconheço a militância partidária do indivíduo em questão, sei que o Pai dele era um estalinista fanático e militante partidário, obviamente passou ao filho a mesma mentalidade. O Henrique Raposo até pode estar filiado num partido de direita ou estrema-direita que não deixa de possuir uma mente lunática e irracionalmente estalinista.

miguel.ca disse...

Ia fazer copy/paste do mesmo.
Aí está a resposta do DD.

Carrela disse...

Sinceramente, estava a contar com chegar aqui e ver gente indignada com ataques ao director adjunto do expresso. Afinal não. Ainda bem.

Cumps

Soren disse...

Estalinista o Raposo?? Um gajo com umas palas de direita tipo orelhas de elefante. O anti-Portismo primário e os tiques de fascismo, andam de mão em mão no Portugal saudosista.

Pedro Reis disse...

As boas notícias são que o Bruno Alves já assinou pelo Cagliari... :)

DC disse...

José Correia, isto agora está na moda dizer que todas as correntes totalitárias tiveram origem no marxismo portanto o Raposo se calhar também é comuna.

Pedro disse...

O DD lá acerta de vez em quando nos destinatários das criticas.
É pena que em 50% das ocasiões se foque em portistas. Mas nesta ocasião esteve bem.

João Carreira disse...

Meus Amigos PORTISTAS , boa tarde
... e se fizessem como eu ?!...o Jornal "Expresso " era uma ...religião,cá em casa!... Pois , há mais de sete anos que NÃO COMPRO , NÃO LEIO . NÃO GASTO o tal "vintém " em jornalismo de sarjeta. inquinado de conceitos fascistóiodes e olhares enviesados sobre a realidade(s) deste triste país de tristes gentes ! ...
Saudações Portistas
João Carreira

Daniel Gonçalves disse...

José Correia disse "No caso do Henrique Raposo, um individuo com mentalidade de direita.."

Desconheço a actual filiação partidária do indíviduo em questão, mas sei que o Pai dele era um fanático estalinista e militante partidário na extrema-esquerda, obviamente passou para o filho o mesmo fanatismo sectário e a mentalidade sui generis.
Henrique Raposo nos dias de hoje pode, teoricamente, pertencer a um partido de direita ou extrema-direita mas continua a possuir uma mente estalinista e o inconsciente - e sub-inconsciente - dele funciona na dicotomia mental e no ódio pelo opositor característico dos estalinistas.

Justiceiro Azul disse...

O Henrique Raposo não é Estalinista, mas também há muito estalinista antiportista raivoso! O Benfica é que é o clube do povo, segundo os "vermelhos".

Ângelo Henriques disse...

Excelente notícia.

Hugo Mota disse...

Daniel, quando falou do Henrique Raposo ser Estalinista, decerto quereria dizer Fascista. E fascista capaz de fazer corar o próprio Salazar. Esse tipo além de escrever mal e regra geral de formal insultuosa, é um anti-portista inveterado.

Só não compreendo porque neste país se dá espaço na imprensa generalista, a autênticos animais. Deve ser aquela lógica de amor-ódio, em que os leitores detestam, mas leêm só para dizer mal. É uma estratégia parola, mas decerto resultará com alguns.

Pessoalmente a mim tanto me faz. Há anos que bani gajos como esse das minhas leituras. Aconselho-lhe o mesmo.

meirelesportuense disse...

Estalinistas ou Nazis?...Eu acho que os homens têm todos essas capacidades de serem totalitários ou tolerantes e podem-no ser numa altura e de modo diferente noutra, é tudo uma questão de estado de espírito e de a realidade os obrigar a sentir coisas que os conduzam num certo sentido. Pode acontecer com TODOS.

Daniel Gonçalves disse...

Hugo Mota às 10:12,

Quando escrevi, no meu comentário, «Estalinista» queria mesmo dizer Estalinista e não outra coisa qualquer. Refiro-me ao estalinismo enquanto atitude mental, enquanto visão do mundo, enquanto forma de pensar a interacção com os outros, e não como um conjunto de ideias ou filosofia, que não existe. Actualmente ele pode considerar-se, a nível das ideias, como liberal, conservador, social-democrata, fascista etc… mas a nível de atitude perante os que pensam diferente dele continua a comportar-se como um estalinista. E referi “continua” porque as origens familiares/políticas dele são essas, o Pai dele era um militante do PCP e tinha como desejo – assumido publicamente – que o filho fosse no futuro um dos redactores do Jornal “Avante”.
Desconheço a vida pessoal dele para afirmar, ou saber, se ele ia contrariado a cerimónias partidárias, se ele estava apenas em corpo e não em espírito, portanto involuntariamente por imposição paternal, se alguma vez chegou a fazer parte da JCP, ou quando renegou as suas raízes ideológicas - e para mim essa questão é-me absolutamente indiferente - a verdade é que apesar de qualquer mudança na opinião partidária que ele tenha tido continua ver o mundo de uma forma estalinista, porque a mentalidade assim foi formatada. Sei disto não porque tenha tido qualquer relação pessoal/político com o indivíduo, mas porque a nível académico tive de encarar as “elevadas pretensões literárias e intelectuais” que a personalidade julga possuir, adquirindo então conhecimento do antepassado familiar/político dele.
Quando li comentários/textos desse indivíduo sobre o FC Porto e sobre o Presidente do nosso Clube, aquilo era um recalque das acusações feitas nos célebres “Processos de Moscovo” contra os dissidentes/opositores, uma pura diatribe estalinista culminando na diabolização do adversário. Se ele a falar de futebol é assim tão fanático, sectário e intolerante imagino os textos dele a falar de política partidária, a atitude permanece a mesma, como o Hugo reconhece ele é insultuoso na escrita. Não perco tempo a ler o que agora escreve sobre futebol ou sobre política, porque já sei o que aí vem.
Portanto que o Henrique Raposo tenha, nos dias de hoje, ideias políticas de direita ou extrema-direita não me levam a concluir necessariamente que ele já não seja estalinista porque na mente, observando os textos dele, continua a ser. Nem que ele hoje seja um apologista/admirador de Salazar, de Primo de Rivera ou de Franco tal não esconde as raízes mentais, e correspondente atitude perante o Mundo, que ele possui oriundas do estalinismo.
Fico por aqui, porque já estou a falar de temas alheios à intenção inicial deste post ou do blog, que é o FC Porto, quando mencionei esta personalidade apenas tinha como intento sublinhar o ódio profundo e íntimo com que ele se dirige ao nosso Clube ou ao Presidente do FC Porto.

Miguel Lima disse...

lido por aí, pela pena da cavalgadura do henrique raposo...

"
Benfica, o meu relógio biológico

As senhoras dizem que têm um relógio biológico. Eu acredito na teoria, porque também tenho um: o Benfas. É este relógio que controla a minha semana. A quarta-feira e o sábado/domingo são as âncoras emocionais da vidinha semanal. Se não há jogos nesses dias, sou invadido por aquela sensação dinamarquesa do "to be or not to be". Se não há jogo à quarta, entro em stress. Se não há jogo ao fim-de-semana (como neste que passou), transformo-me num fumador preso na cantina da ASAE, rebolando por todos os lados, ressacando com a falta da nicotina que vem de chuteiras. Este biopoder é tão potente que eu até aposto que todos os meus filhos nascerão durante um jogo do Benfica.

Como é óbvio, este biofanatismo tem fortes efeitos secundários, a começar por uma constante abandono do lar (o Benfica potencia o Schettino que há em mim). A minha mulher não me deixa ter Sport-tv, logo, tenho de inventar mil pretextos para ir ver a bola à casa dos velhos. Ou, então, tenho de procurar um gélido café. Mas a bola no café equivale a forte sarilho. Não, não estou a falar do lagarto que vai ao café para picar os nervos lampiões. Estou a falar dos idiotas que levam o rádio e que, por isso, gritam golo quando a bola ainda está no Artur. Há pouca gente mais irritante do que esta sub-espécie de homo sapiens, o gajo que vai ver a bola com um rádio escondido no ouvido. Tenho a impressão de que já espanquei um: não se mexe assim com as hormonas de uma pessoa.

E as minhas hormonas encarnadas não gerem apenas a semana, também gerem o calendário inteiro, ou seja, a minha relação com tempo. Durante anos e anos, pensei que a sensação de recomeço que acompanha o final de Agosto e o início de Setembro era provocada pelo início das aulas. Tretas. Tretas de um fanático anónimo. Deixei de estudar há muito tempo, e a sensação continua activa. O final do verão sabe a réveillon, porque marca o início da época de futebol, perdão, o início da época em que o Benfica vence todas as provas ou da época em que o Benfica, em toda a sua magnanimidade, deixa que outros clubes menores vençam algumas provas. Sim, podem acreditar nas senhoras: os relógios biológicos existem mesmo.

"

Miguel | Tomo III