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sábado, 6 de maio de 2017
Parece gozo...
O "Dragões Diário" falava há dias, e com muita razão, que as arbitragens prejudicam de tal maneira o FCP (hoje também, embora de forma mais sofisticada) que até "parecia gozo".
Ora, o mesmo se pode dizer da maneira como o nosso clube aborda, sistematicamente, partidas como a desta noite contra o Marítimo.
NES teima na sua ideia de que se conseguem ganhar jogos destes com apenas uns 3 ou 4 lances de verdadeiro perigo na área adversária e, por isso, um rei das assistências como Layún, tem mesmo é que ficar a assistir a estas partidas, pela televisão, na sua casa.
Layún, recorde-se, esteve envolvido em 33% dos golos do FCP na última época e, soube-se esta semana pel'OJogo, mesmo em 2016/17, consegue assistir e/ou marcar golos em menos tempo que o próprio Telles. Isto numa época em que, supostamente, o brasileiro esteve bem e que, apenas por isso e não por um qualquer eventual problema pessoal de NES com Layún, este tirou, por completo, o lugar ao mexicano.
Agora, ainda de acordo com NES, nem mesmo sem Maxi, Layún é necessário para o que quer que seja.
Layún dá golos e dá assistências. Coisas que o FCP precisa como do pão para a boca. Parece gozo, certo?
Também nesta última semana, Deco, que sabe uma coisa ou duas sobre o assunto, veio dizer que Otávio tem grande futuro como "10". Deco, ingénuo, ainda julga que os treinadores actuais deixam alguém jogar em tal posição fulcral. Errado. NES vê Otávio é como extremo. Ali, amarradinho ao lado direito, com menos visão global, é que ele está bem. Parece gozo ou não?
Mas falemos de coisas menos negativas.
Hoje, apesar de continuar sem criar grande perigo, não se pode dizer que o FCP tenha entrado a dormir na partida. Houve mais empenho, sem duvida. A má notícia é que esse nosso habitual sono passou para a segunda parte.
No golo do nosso adversário, 2-jogadores-2 do FCP ficaram, no chão, a ver a bola ser cabeceada para o fundo das redes. Verifiquem quem eles são.
Sabendo-se que hoje era ganhar ou ganhar (se é que ainda queríamos mesmo roubar o tetra ao slb), uma atitude destas dos nosso atletas é ou não gozo?
Recordam-se, por outro lado, daquele Soares-matador, cheio de raça e que não perdoava uma oportunidade nos seus primeiros jogos de dragão ao peito? Agora, e sem qualquer gozo, não ganha sequer os lances de ombro-a-ombro, quanto mais o resto.
Ah, e lembram-se daquele Marítimo mansinho, sonso e docinho da partida na Luz, há escassas semanas? Já não existe. Agora temos uma equipa que defende na perfeição e cheia de garra e que até só precisou de simular lesões, para queimar tempo, uma ou duas vezes. `
Se calhar, clubes destes, nem do "Jogo da Mala" precisam.
Estarão eles a gozar connosco ou nós é que somos uns grandes totós?
"Brahimi sempre a meter-se no barulho", repetiu vezes sem conta o bom do Luís Freitas Lobo durante a transmissão.
Bons bons parecem ser aqueles que não se metem no "barulho" e ficam à espera, sentados, que os golos (e os campeonatos) caiam do céu...
domingo, 30 de abril de 2017
O adversário, afinal, também pode falhar
Uma primeira parte do costume: com poucas ou nenhumas verdadeiras oportunidades de golos.
Se não fossem dois remates de longe de Rúben Neves, o nosso rendimento teria andado mesmo pelo zero absoluto.
O que mudou então na segunda parte para que, finalmente, conseguíssemos uma vitória com alguma tranquilidade?
Aconteceu que, desta vez, e ao contrário do que sucedeu contra Setúbal e Feirense, por exemplo, o adversário falhou. Oh, coisa rara! O guarda-redes do Chaves, que tanto tinha brilhado no jogo da Taça, não segurou um remate de André André e, na recarga, um completamente isolado Soares, desta vez sem escorregar, atirou a contar.
Foi essa a diferença em relação aos empates anteriores.
André André fez, depois, o segundo golo que acabou com as dúvidas e permitiu um final de jogo sossegado, como há muito não se via. A exibição finalmente conseguida deste jogador é, aliás, a prova-provada que esta equipa pode dar mais do que aquilo que muitas vezes deixa transparecer.
Parece que foi preciso ser "picado" para que, finalmente, o filho de António André deixasse de ter medo de se desmarcar na área, de rematar e de ser feliz.
Pode ser, agora, que o mesmo aconteça a Óliver, ele que fez uma época muito aquém daquilo que deveria. Perdeu, e bem, o lugar para um Otávio com a mesma energia e acutilância do início da temporada.
Como tudo poderia ter sido diferente, neste campeonato, se o brasileiro tivesse jogado muitas mais vezes com Brahimi, lado a lado...
Mas como o FCP teima em dar tiros nos pés, mesmo sem razão alguma para tal, o jogo não terminaria sem um disparate completo de Maxi. Completamente a despropósito, dado o resultado, o tempo de jogo e o local da falta.
A parte boa é que iremos ter Layún de volta.
domingo, 23 de abril de 2017
Sempre a assistirmos à mesma partida...
Ora, da nossa "check-list" do jogo de Braga, desta vez só terá mesmo faltado os protestos de Luís Gonçalves e apenas por tal ser completamente impossível.
Portanto, utilizando a mesmíssima lista da semana passada como "modelo" para a crónica deste jogo de hoje, foi assim esta noite (depois de mais uma entrada a dormir, claro está):
- Lances com faltas assinaladas ao contrário, em nosso prejuízo? Sim, hoje também aconteceram. Principalmente quando o Otávio era travado e o árbitro apitava falta atacante.
- Más decisões nossas, na grande área adversária, com muita precipitação mas também algum egoísmo à mistura, facilitando assim a vida à defensiva adversária? Sim, mas com menos egoísmo hoje, saliente-se. Acontece, com alguma frequência, é haver um ou outro jogador com receio de rematar.
- Metade dos cruzamentos mal tirados, ora por serem contra os adversários ora por irem directamente para fora? Sim, alguns jogadores nossos não sabem, pura e simplesmente, cruzar. E temos nós o Layun no banco...
- Alex Telles a imaginar que sabe marcar livres directos? Certo. Mais um livre perigoso completamente desperdiçado pelo nosso lateral brasileiro
- Pelo menos um penalty, da praxe, não marcado a nosso favor? Confirmadíssimo. Hoje foram dois.
No primeiro (sobre Otávio) o árbitro está em cima do lance e no segundo (sobre o Marcano) não pode sequer ser alegado que existia uma amalgama de jogadores. O agarrão acontece no preciso local em que a bola se dirige. O árbitro tem que estar, obrigatoriamente, a olhar para ali.
- Oportunidades de golo oferecidas ao adversário? Poucas hoje, mas existiram um ou dois lances, na nossa área, a provocar calafrios. Nunca nos acontece uma noite "limpa", neste aspecto.
- Jogadores nossos metidos em confusões, que apenas distraem e jogam a favor da perda de tempo do nosso adversário? Poucas hoje. Também o Feirense não queimou tanto tempo como o Setúbal, apesar de o terem tentado, aqui e ali.
- Minutos a esgotarem-se, muito rapidamente, e poucas oportunidades reais para tanto domínio? Sim, foram 24 remates no total, mas quantos deles levaram realmente perigo?
- Adversário a dar tudo por tudo, de forma pouco habitual, como se de uma final europeia se tratasse? Disto houve mesmo muito, mais uma vez. Estejam atentos aos próximos resultados do Feirense. O "gigante" Braga levou 3 nesta jornada, certo?
- Substituições do "arco da velha", do género de ficarmos a jogar igual ou mesmo pior do que antes das mesmas? Bem, hoje tivemos o regresso do inefável Herrera. E por onde andava este desequilibrador, Rui Pedro, que tanta falta nos faz na área, neste tipo de jogos, estranhamente ausente das opções de NES desde aquele golo contra o Braga? E que tal um pensador como o Ótavio de início, já agora? Seria pedir muito?
E quanto à última alínea - protestos no fim do jogo - como desta vez não havia Luís Gonçalves, o resto da multidão presente no estádio (dirigentes, equipa técnica, jogadores e adeptos) já nem sequer sabe muito bem como reagir a estas coisas.
domingo, 16 de abril de 2017
E se não "vencermos todos os jogos até ao final", Mister?
"Quanto à substituição de Brahimi (...) o técnico dos azuis e brancos reagiu da seguinte forma: «São decisões que tomamos, para refrescar. Os jogadores que entraram deram o seu contributo."
Foi desta forma que o nosso treinador explicou a saída daquele que estava a ser o melhor jogador em campo e que, por sinal, é também o melhor futebolista a actuar na Liga Portuguesa. Isto num jogo que tínhamos que ganhar, obrigatoriamente...
"Os jogadores que entraram deram o seu contributo"? NES nem sequer sente a necessidade de explicar se foi um bom ou um mau contributo...
Ficámos, então, esclarecidos, Mister.
Mais um jogo, mais um início de partida a dormir. O Braga teve uma entrada à slb, de há apenas 15 dias. Os jogadores terão mesmo a consciência de tudo aquilo que está em jogo?
Cruzamento alto do adversário e Maxi sem altura suficiente para lá chegar. E com 1-0 no marcador, jogando fora e perante um adversário destes, já se sabe: está praticamente posta de parte a hipótese de vitória, por muito tempo que ainda reste para o apito final.
Tratava-se agora, portanto, apenas de uma questão de esperar para assistirmos a tudo aquilo que já sabíamos que iria, seguramente, acontecer nos restantes 83 minutos, de tão repetida é esta nossa triste história.
Tratava-se agora, portanto, apenas de uma questão de esperar para assistirmos a tudo aquilo que já sabíamos que iria, seguramente, acontecer nos restantes 83 minutos, de tão repetida é esta nossa triste história.
A saber:
- Lances com faltas assinaladas ao contrário, em nosso prejuízo? Check.
- Más decisões nossas, na grande área adversária, com muita precipitação mas também algum egoísmo à mistura, facilitando assim a vida à defensiva adversária? Check.
- Metade dos cruzamentos mal tirados, ora por serem contra os adversários ora por irem directamente para fora? Check.
- Alex Telles a imaginar que sabe marcar livres directos? Check.
- Lances com faltas assinaladas ao contrário, em nosso prejuízo? Check.
- Más decisões nossas, na grande área adversária, com muita precipitação mas também algum egoísmo à mistura, facilitando assim a vida à defensiva adversária? Check.
- Metade dos cruzamentos mal tirados, ora por serem contra os adversários ora por irem directamente para fora? Check.
- Alex Telles a imaginar que sabe marcar livres directos? Check.
- Pelo menos um penalty, da praxe, não marcado a nosso favor? Check.
- Oportunidades de golo oferecidas ao adversário (ontem foi um penalty, estupido, de um completamente ausente Óliver), sem que este faça grande coisa por o merecer? Check.
- Jogadores nossos metidos em confusões, que apenas distraem e jogam a favor da perda de tempo do nosso adversário? Check.
- Minutos a esgotarem-se, muito rapidamente, e poucas oportunidades reais para tanto domínio? Check.
- Adversário a dar tudo por tudo, de forma pouco habitual, como se de uma final europeia se tratasse? Check.
- Substituições do arco da velha, do género de ficarmos a jogar igual ou mesmo pior do que antes das mesmas? Check.
- Jogadores nossos metidos em confusões, que apenas distraem e jogam a favor da perda de tempo do nosso adversário? Check.
- Minutos a esgotarem-se, muito rapidamente, e poucas oportunidades reais para tanto domínio? Check.
- Adversário a dar tudo por tudo, de forma pouco habitual, como se de uma final europeia se tratasse? Check.
- Substituições do arco da velha, do género de ficarmos a jogar igual ou mesmo pior do que antes das mesmas? Check.
- Luís Gonçalves, no relvado, a protestar sozinho no final dos acontecimentos? Check.
Com o FCP, parece que estamos sempre a assistir à mesma partida, vezes sem conta.
E, preparem-se, que ainda iremos ver mais disto mesmo, nesta presente temporada, pese embora faltarem apenas cinco jogos, nos quais nem um único deslize poderemos ter.
Com o FCP, parece que estamos sempre a assistir à mesma partida, vezes sem conta.
E, preparem-se, que ainda iremos ver mais disto mesmo, nesta presente temporada, pese embora faltarem apenas cinco jogos, nos quais nem um único deslize poderemos ter.
Mas quantas vezes já ouvimos nós exactamente esta mesma ladainha antes? E, depois de tudo espremido, o resultado prático foi uma única vitória nas últimas quatro partidas para o campeonato (Setúbal, slb, Belenenses e Braga).
E NES, não satisfeito, ainda nos quer fazer crer que uma derrota do nosso adversário directo será suficiente, dando como garantido que iremos ter uma suposta superior diferença de golos (que é apenas de 2, presentemente).
Mister, não tem visto os jogos do slb, certo? Olhe que, por lá, acontecem sempre as coisas mais incríveis. Não lhes falta imaginação, aliás.
sábado, 8 de abril de 2017
Respeito
Um FCP menos ansioso em comparação ao último jogo caseiro contra Setúbal e, por isso, hoje mais eficaz. Mas também este Belenenses é muito menos matreiro que o nosso adversário de há 15 dias...
Ainda assim, em toda a primeira parte só conseguimos uma única verdadeira oportunidade, a mesma que originou o primeiro golo. Um aproveitamento de 100%, portanto.
No golo de Danilo houve grande mérito de André Silva que, mais uma vez, passou um pouco ao lado da partida no restante tempo em que esteve no relvado. Continuamos sem saber muito bem em que posição NES quer que ele jogue.
A segunda parte foi muito mais fluida, principalmente após a entrada de Corona.
O golo da tranquilidade nasceu mesmo dos pés do mexicano, após grande jogada no flanco direito (finalmente um "extremo" em campo), e Soares voltou, assim, aos seus melhores dias. Ele que na primeira parte rematou frouxo, num lance em que poderia ter feito muito melhor.
O brasileiro ainda teria outras duas boas acções na área.
Brahimi, que continua em grande, faria depois o terceiro golo num penalty (desnecessário) que ele próprio pediu a NES para marcar.
Sobre a arbitragem, existiu um lance de mão na bola, ainda durante o primeiro tempo. Porém, como o FCP, antes do início da partida, se tinha associado à campanha "Respeito pelos árbitros. Policiamento obrigatório, já", se calhar não devemos fazer comentários sobre o assunto.
Bem, ao menos o André André parecia pouco à vontade e nem na tarja segurou...
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domingo, 2 de abril de 2017
As fichas todas em Jorge Jesus
Afinal não seria bem "ganhar ou ganhar", afinal o empate até agradava.
Por incapacidade de fazer mais e/ou por opção, NES aposta agora tudo em terceiros. Isto é, na capacidade de Jorge Jesus em travar o slb. Uma autêntica roleta russa, se pensarmos que o FCP ainda tem, ele próprio, que ir a Braga, à Madeira defrontar o Marítimo e a Chaves.
Os primeiros 10 minutos foram uma imagem fiel daquilo que se tem passado ao longo deste campeonato: ao nosso rival basta-lhe uns míseros minutos em cima do adversário, para logo facturar na baliza contrária. Bastam-lhes ganhar um ou dois ressaltos, mais umas duas ou três bolas divididas, para logo causarem o pânico na defensiva adversária. Um mistério completo, pois, mesmo a nível mundial.
Felipe, com o seu segundo erro grave em dois jogos sucessivos, também ajudou à festa.
E pronto, eis, num ápice, o slb nas suas sete quintas, apenas com a necessidade de controlar o assunto, e perante o seu público que se manifestava ruidosamente ao mais pequeno incidente.
E foi graças a Brahimi, que ontem dissipou todas as dúvidas sobre quem é o melhor futebolista a actuar em Portugal, que o FCP conseguiu equilibrar as coisas.
Porém, e como habitualmente, sem grandes efeitos práticos em termos de oportunidades de perigo.
Um livre do argelino, foi tudo aquilo que ficou, em termos reais, do nosso maior domínio, pós-golo adversário, em todo o primeiro tempo.
Foi, portanto, com grande satisfação que todos os portistas viram Maxi a marcar logo na nossa primeira oportunidade da segunda parte. Era agora ou nunca. Seria o momento-chave do campeonato pois o slb quebraria e nós iríamos com tudo para cima dele, certo?
Não, nada disso. O FCP apaga-se, por completo, após a meia-oportunidade de Soares (agora com um rendimento mais normal do que super) e é o slb quem está mais perto de arrumar as contas da Liga por duas ou três vezes. Casillas disse, então, presente.
As substituições pouco ou nada alteraram o desenrolar da partida e o FCP pareceu satisfeito com o 1-1.
"Façam o jogo das vossas vidas", pedia uma tarja à chegada da comitiva portista ao hotel, em Lisboa.
Afinal, ao que parece, não seria caso para tanto...
domingo, 19 de março de 2017
Ainda não foi desta
Nós portistas falamos muitas vezes da "maldição" do Béla Guttmann em relação ao nosso rival mas, pelo menos nestes últimos quase 4 anos, parece que também existe alguém que nos quer mal.
Desta vez é que seria mesmo: o mundo voltaria ao seu normal, ou seja, o FCP iria finalmente regressar, após longa travessia no deserto, ao seu habitat natural, o primeiro lugar.
O nosso maior adversário tinha, finalmente, esgotado toda a sua sorte, e depois de uma série de vitórias sem saber ler nem escrever, ao empatar ontem em Paços de Ferreira, tinha finalmente aberto uma avenida para o FCP disparar, de vez, rumo ao título.
O nosso estádio estava cheio e o clima geral era de (muita) confiança.
E eis que os primeiros minutos mostram um FCP a acusar a responsabilidade de estar diante de uma oportunidade única de virar a página da história recente do futebol português. Um Setúbal que defendia "alto" e ao nosso clube faltava um pensador (que poderia ser Otávio).
O "11" inicial até nem fora mal escolhido, mas André Silva está mesmo a atravessar um período mau e talvez Diogo Jota fosse melhor opção. E também Corona, apesar daquele seu golão, não está ainda com condições mínimas e assim passou ao lado da partida à excepção de um único momento mágico.
Mas havia mais do que isso.
Todo aquele azar que nos perseguiu ao longo de demasiadas jornadas e que pensávamos estar morto e enterrado, reapareceu hoje em força no estádio do Dragão.
E eis-nos regressados, inesperadamente, àquela "troika" maldita de há poucos meses: futebol insuficiente+azar+erros arbitrais.
Sim, voltaram a existir erros graves dos homens do apito contra nós, mas, por outro lado, os descontos foram desta vez justos, face a tanta teatralidade dos setubalenses durante toda a partida. 5 minutos na primeira parte e 7 na segunda, é coisa nunca antes vista a nosso favor. Já não é mau e valha-nos ao menos isto de positivo.
Tivemos também a confirmação que Soares, após os golos escandalosos falhados em Arouca e Turim, está mesmo de regresso à terra. Sim, o homem é bom jogador, mas, como é evidente, não pode ser tudo aquilo que pareceu nos seus primeiros 4 ou 5 jogos com a nossa camisola vestida. Se o fosse, já teria dado nas vistas muito antes de o termos adquirido. Porém, se ele continuar a produzir metade daquilo que fez até ao jogo de Arouca, já nos podemos dar por satisfeitos. Que se trata objectivamente de uma boa compra, disso ninguém duvidará.
E pronto, um empate que nos destroça, por completo, a todos e agora seguir-se-ão duas penosas semanas até ao clássico de todas as decisões. Parecia (ontem) que o empate nos iria ser suficiente mas, agora, pelo sim pelo não, e como não podemos confiar muito neste scp, o melhor mesmo será a vitória, para que não restem dúvidas. Já uma eventual derrota na Luz será praticamente o fim da (nossa) história nesta enervante liga portuguesa 2016/17.
Não havendo ninguém em especial que seja mais responsável do que os outros por este mau resultado de hoje, mesmo assim espera-se que os nossos jogadores nos recompensem, dia 1 Abril, deste grande amargo de boca com que agora ficamos.
Desta vez é que seria mesmo: o mundo voltaria ao seu normal, ou seja, o FCP iria finalmente regressar, após longa travessia no deserto, ao seu habitat natural, o primeiro lugar.
O nosso maior adversário tinha, finalmente, esgotado toda a sua sorte, e depois de uma série de vitórias sem saber ler nem escrever, ao empatar ontem em Paços de Ferreira, tinha finalmente aberto uma avenida para o FCP disparar, de vez, rumo ao título.
O nosso estádio estava cheio e o clima geral era de (muita) confiança.
E eis que os primeiros minutos mostram um FCP a acusar a responsabilidade de estar diante de uma oportunidade única de virar a página da história recente do futebol português. Um Setúbal que defendia "alto" e ao nosso clube faltava um pensador (que poderia ser Otávio).
O "11" inicial até nem fora mal escolhido, mas André Silva está mesmo a atravessar um período mau e talvez Diogo Jota fosse melhor opção. E também Corona, apesar daquele seu golão, não está ainda com condições mínimas e assim passou ao lado da partida à excepção de um único momento mágico.
Mas havia mais do que isso.
Todo aquele azar que nos perseguiu ao longo de demasiadas jornadas e que pensávamos estar morto e enterrado, reapareceu hoje em força no estádio do Dragão.
E eis-nos regressados, inesperadamente, àquela "troika" maldita de há poucos meses: futebol insuficiente+azar+erros arbitrais.
Sim, voltaram a existir erros graves dos homens do apito contra nós, mas, por outro lado, os descontos foram desta vez justos, face a tanta teatralidade dos setubalenses durante toda a partida. 5 minutos na primeira parte e 7 na segunda, é coisa nunca antes vista a nosso favor. Já não é mau e valha-nos ao menos isto de positivo.
Tivemos também a confirmação que Soares, após os golos escandalosos falhados em Arouca e Turim, está mesmo de regresso à terra. Sim, o homem é bom jogador, mas, como é evidente, não pode ser tudo aquilo que pareceu nos seus primeiros 4 ou 5 jogos com a nossa camisola vestida. Se o fosse, já teria dado nas vistas muito antes de o termos adquirido. Porém, se ele continuar a produzir metade daquilo que fez até ao jogo de Arouca, já nos podemos dar por satisfeitos. Que se trata objectivamente de uma boa compra, disso ninguém duvidará.
E pronto, um empate que nos destroça, por completo, a todos e agora seguir-se-ão duas penosas semanas até ao clássico de todas as decisões. Parecia (ontem) que o empate nos iria ser suficiente mas, agora, pelo sim pelo não, e como não podemos confiar muito neste scp, o melhor mesmo será a vitória, para que não restem dúvidas. Já uma eventual derrota na Luz será praticamente o fim da (nossa) história nesta enervante liga portuguesa 2016/17.
Não havendo ninguém em especial que seja mais responsável do que os outros por este mau resultado de hoje, mesmo assim espera-se que os nossos jogadores nos recompensem, dia 1 Abril, deste grande amargo de boca com que agora ficamos.
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2016/17,
Vitória de Setúbal
terça-feira, 14 de março de 2017
Pedia-se uma saída "limpa"...
...e pouco mais se poderia, verdadeiramente, aspirar contra esta Juventus que é, de facto, não na estatística mas em termos de poderio, a melhor defesa da Europa. Durinha, é certo, mas é mesmo assim que tem que ser, como bem sabemos. Os nossos Jorge Costa e o Fernando Couto que o digam...
Mais uma expulsão a marcar decisivamente o desenrolar do encontro.
Desta vez foi Maxi, em desespero de causa. Já antes, permitira um cabeceamento perigoso ao homem que estava a marcar. É aqui, ao mais alto nível, que as limitações deste uruguaio lutador, mas já na fase descendente da sua carreira, ficam bem patentes.
Mas quem esteve, efectivamente, bem? Ninguém, claro está. Não dava para muito mais e ficou sempre a ideia que a Juventus, bem à moda italiana, e felizmente, não é equipa para goleadas. Marcam os golos estritamente necessários e nem um a mais. Julgarão que é um gasto de energia desnecessário. É mesmo uma espécie de tradição transalpina.
Soares, tal como em Arouca, voltou a falhar um golo cantado mas quem esteve muito pior foi André Silva, que passou ao lado de mais uma partida. A pensar já num futuro muito próximo, talvez fosse melhor Otávio ou Jota preencherem o lado direito do nosso ataque no lugar do jovem ponta-de-lança. São fases menos boas que acontecem a todos.
NES não esteve mal nas substituições mas optou por trocar a posição de 3 dos 4 defesas, após a saída de Maxi. Não correu muito mal mas pareceu algo exagerado tamanho risco.
Enfim, saída sem história, nem glória, da edição deste ano da Liga dos Campeões.
Fica apenas o jogo de Roma para mais tarde recordar. Só que, desta vez, e num estádio para 41 mil pessoas que parece ainda maior que o Dragão, a Roma fomos nós.
Mais uma expulsão a marcar decisivamente o desenrolar do encontro.
Desta vez foi Maxi, em desespero de causa. Já antes, permitira um cabeceamento perigoso ao homem que estava a marcar. É aqui, ao mais alto nível, que as limitações deste uruguaio lutador, mas já na fase descendente da sua carreira, ficam bem patentes.
Mas quem esteve, efectivamente, bem? Ninguém, claro está. Não dava para muito mais e ficou sempre a ideia que a Juventus, bem à moda italiana, e felizmente, não é equipa para goleadas. Marcam os golos estritamente necessários e nem um a mais. Julgarão que é um gasto de energia desnecessário. É mesmo uma espécie de tradição transalpina.
Soares, tal como em Arouca, voltou a falhar um golo cantado mas quem esteve muito pior foi André Silva, que passou ao lado de mais uma partida. A pensar já num futuro muito próximo, talvez fosse melhor Otávio ou Jota preencherem o lado direito do nosso ataque no lugar do jovem ponta-de-lança. São fases menos boas que acontecem a todos.
NES não esteve mal nas substituições mas optou por trocar a posição de 3 dos 4 defesas, após a saída de Maxi. Não correu muito mal mas pareceu algo exagerado tamanho risco.
Enfim, saída sem história, nem glória, da edição deste ano da Liga dos Campeões.
Fica apenas o jogo de Roma para mais tarde recordar. Só que, desta vez, e num estádio para 41 mil pessoas que parece ainda maior que o Dragão, a Roma fomos nós.
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sábado, 11 de março de 2017
Brahimi e Soares, para uma noite tranquila
A TV anuncia o "Valdispert" como ansiolítico natural para alívio da ansiedade e da tensão. Ora, para os portistas nada disso é necessário quando Brahimi e Soares se apresentam numa forma assim. Para uma noite sem sobressaltos, estes dois são mesmo o melhor remédio.
E como sabem bem estes jogos "sem história". Já chega de emoções escusadas.
Com um estádio, tal como em Guimarães e no Bessa, cheio de nossos adeptos, o FCP entrou bem na partida e aquelas primeiras partes apáticas parecem agora ter passado à história.
Um Brahimi completamente endiabrado, com uma facilidade incrível de passar por dois, às vezes três, adversários e ainda a assistir na perfeição, cedo resolveu a partida. E também um Óliver, muito mais desinibido, ajudou bastante neste aspecto.
E depois, já se sabe, desde Janeiro que está em curso a revolução-Soares no nosso clube. Ontem marcou 2 e não sabe muito bem porque não marcou 4...
O avançado brasileiro, trouxe consigo muito daquilo que nos faltava e, como fenómeno colateral, arrastou André Silva, ontem desastrado, para um papel secundário, no que à decisão das partidas diz respeito.
A confiança subiu, aliás, para patamares tais que NES parece não ter problemas em fazer descansar Maxi e André André na partida contra o Setúbal, no próximo fim-de-semana.
Cuidado com os excessos. Concentração sempre máxima é o que se pede até ao fim do campeonato.
domingo, 5 de março de 2017
Como nos bons velhos tempos
E eis, finalmente, um jogo em que o FCP transpôs para o terreno de jogo toda a sua superioridade abissal para equipas como este Nacional. Nos anos 80 e 90, jogos como estes aconteciam a uma boa cadência. Hoje em dia, resultados assim, só de uns 5 em 5 anos. Os clubes mais pequenos estão mais fortes? Sim, mas isso não explica tudo.
Foi um FCP com um "11" quase na máxima força e isso ajuda muito. Ainda para mais, um elo em teoria mais fraco, como por exemplo André André, ontem esteve uns furos acima de tempos mais recentes, principalmente na vertente do passe.
Também ajuda, e muito, poder contar com toda a inteligência de Layún no terreno de jogo. Maxi, repetimos, é um jogador que dá tudo o que tem, mas o tudo que ele actualmente tem, muitas vezes já não é o suficiente para uma equipa com as ambições da nossa. Trata-se de um jogador útil ao longo de uma época, quanto mais não seja pela sua vasta experiência, mas a titularidade nas alas da nossa defesa só pode ser mesmo de Telles e Layún.
Com um Brahimi ontem particularmente inspirado, pareceu sempre uma questão de tempo até as coisas se resolverem. Tivemos também a felicidade de ver dois remates deflectidos garantirem um tranquilo 2-0 ao intervalo. Depois, já na segunda parte, a expulsão, justa, de Tobias Figueiredo abriu largas avenidas para a goleada. Foi tudo tão fácil e evidente que até deu para Bruno Paixão fazer-se passar por um árbitro como qualquer outro....
Mas quantos de nós não trocaríamos um destes golos todos por apenas um por parte do Feirense?...
Com esta nova abordagem ao jogo em que a posse de bola deixou de ser uma doentia obsessão e, sem dúvida, com a excelente aquisição de Soares, o FCP não deixa agora qualquer dúvida de ser a equipa que melhor futebol pratica em Portugal. Porém, o nosso adversário directo continua, inacreditavelmente, sem perder qualquer ponto, o que torna tudo muito complexo em termos de previsões a curto prazo. Quem perder os próximos pontos ficará em maus lençóis, no que ao título diz respeito.
Ninguém quer trazer o Kelvin, nem que seja para passar um simples fim-de-semana por Portugal?...
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Um FCP à moda da Roma, sai pela esquerda baixa
A Juventus é melhor que o FCP. Ponto final, parágrafo.
Na verdade, parece mesmo estar de regresso aos seus bons velhos tempos de glória europeia.
Pelo menos está a dar passos bem seguros para tal. Tem uma excelente equipa e todos os seus jogadores do "11" inicial são grandes futebolistas. E ainda guarda mais um ou dois no banco. Coisa rara, mesmo entre os chamados "tubarões" da Europa.
Este ponto prévio praticamente esgota qualquer outro tema sobre a partida que teve um resultado certo.
Sim, o Telles teve duas entradas parecidas com aquelas que originaram o hara-kiri da Roma quando nos defrontou no início desta aventura da Liga dos Campeões 2016/17 e foi, assim, bem expulso (e se 11 contra 11 já tínhamos uma tarefa dificílima pela frente, com 10 tornou-se missão impossível).
Sim, o árbitro esteve mal, depois, ao não marcar uma ou outra falta e no "amarelo" ao Maxi.
Sim, o NES fez uma estranha alteração de R.Neves por Corona quando se sabe que um 0-0 pode nem ser assim tão mau resultado em jogos caseiros.
Sim, o Layun que é rei nas assistências, desta vez "assistiu" na baliza errada.
Sim, o Dani Alves estava completamente só, em zona proibida, e outra vez pelo lado esquerdo da nossa defesa.
Mas todos estes "sins" não podem esconder a realidade: esta Juve de Fevereiro de 2017 é de outro campeonato e ganharia sempre esta partida e esta eliminatória, sucedesse o que sucedesse.
Se não fosse assim como foi, seria de uma outra forma qualquer.
Dá-se aliás um prémio ao jogador do FCP que conseguir criar um lance de perigo que seja, na segunda mão, perante uma equipa que defende quase na perfeição como esta Juve e que, ainda assim, consegue ser uma temível equipa ofensiva. Estão de parabéns pelo trabalho que têm feito pós-descida aos infernos da segunda divisão.
Sim, já se assistiu a uma equipa ser esmagada em jogo-jogado, ver o adversário falhar escandalosamente duas, três, n vezes e, ainda assim, marcar e ganhar com um único remate à baliza, com toda a sorte e mais alguma.
Mas, desse tipo, só existe uma única em todo o Mundo.
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sábado, 18 de fevereiro de 2017
Passo a passo
Há uns dois meses ou menos, o penalty que abriu caminho à nossa goleada não teria sido assinalado. Talvez, menos ainda, aquela expulsão bem perto do intervalo.
Quem disse que o "status quo" nunca mudaria no futebol português? Bem, pelo menos pode ser suavizado, sem estar sempre a favor dos mesmos.
E que importante foram esses dois lances para que assistíssemos, finalmente, a uma segunda parte tranquila. Quem já não tinha saudades?
Mas este é um FCP diferente. A confirmação aconteceu ontem, após os fortes indícios contra Estoril, scp e Guimarães. Abdicámos daquelas percentagens assustadoras de posse de bola e tendo-a menos, conseguimos explorar agora os buracos deixados na defesa adversária. O ramerrame em que se estava a tornar o nosso mastigado jogo começa a desvanecer-se e os golos e lances de perigo aparecem agora com muita mais facilidade. Durante demasiado tempo, eram muitos aqueles que não compreendiam quem alertava para este problema da posse de bola excessiva. Esta apenas estava a ter como consequência o deixar os nossos adversários bem cómodos na arte de defender sempre do mesmo modo durante os 90 minutos e os empates tornavam-se cada vez mais frequentes.
NES detectou, com perspicácia, este entrave ao fluir do nosso ataque e está agora a ensaiar estas novas soluções. Mas cuidado, esta nova táctica apenas terá que ser mais uma das hipóteses, quando as coisas não resultam, e não se pode tornar na norma. Até porque, não será fácil aos muitos clubes pequenos que defrontamos durante toda uma época aceitarem o nosso convite para assumirem mais a posse de bola.
Também é claro que esta "geringonça" tem resultado melhor que o esperado devido à entrada, absolutamente à matador, de Soares, que além de nos dar uma profundidade até aqui impossível, tem revelado uma classe mesmo acima daquilo que terá exibido na sua passagem por Guimarães e Nacional. Parece estar a superar-se. Coisa, aliás, que era habitual nos jogadores quando assinavam pelo nosso clube, até há poucos anos. O peso da nossa camisola fê-los ainda melhores futebolistas. Infelizmente, ultimamente parecia que estávamos a assistir, demasiadas vezes, ao inverso de tal tradição. Ainda bem que voltámos ao caminho certo com este brasileiro, que ontem voltou a ser o melhor em campo pela terceira vez consecutiva. Três em três. Melhor era difícil.
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domingo, 29 de janeiro de 2017
Nuno a brincar com o fogo
O filme da presente época 2016/17 tem sido um em que NES tem, permanentemente, puxado a fita para trás.
Já ficou provado cinco, seis, sete vezes que o FCP tem que jogar com extremos para abrir estas defesas da liga portuguesa. Mesmo assim, o nosso treinador voltou ontem a insistir em iniciar a partida com Brahimi e Corona no banco, oferecendo pelo menos 37 minutos de borla ao adversário. O nosso filme volta, deste modo, sempre ao seu início. Assim, não chegaremos a um final feliz.
Trinta e sete minutos em que praticamente nada se passou. Apenas dois foras-de-jogo duvidosos que não tiveram direito a repetição, sabe-se lá bem por que razão. No mais, apenas um ou dois remates, sem grande perigo, e aquela nossa desesperante calma habitual, de quem nunca tem muita pressa em se colocar na frente do marcador.
O Estoril agradeceu.
Um "11" inicial totalmente falhado, pois. Tão falhado que NES foi obrigado a algo completamente inédito: uma substituição nos primeiros 45 minutos. De tão rara, deverá haver gente mais nova que julgará tratar-se de algo não permitido pelas regras da FIFA.
Infelizmente, saiu Diogo Jota que estava a ser o actor menos mau daquele nosso triste filme.
Mas tivemos ainda que esperar até ao minuto 66 (!) com as entradas de R.Pedro e, finalmente, Corona (e que eternidade levou esta dupla substituição...) para que a partida, efectivamente, se iniciasse a sério. E porque? Porque finalmente Brahimi teve autorização para se colocar numa das alas (até aí, o nosso treinador não o permitiu) e, tão ou mais importante, Herrera saiu de cena. O nosso capitão falhou, praticamente, todo e qualquer lance em que interveio. Espera-se agora, e para que haja coerência, um "castigo" semelhante aquele a que Layún teve direito, após a sua falhada exibição na jornada anterior.
Nota negativa também para André André. Devemos continuar a apostar nele mas o jogador tem que tomar consciência que tem que dar muito mais. Fazer apenas faltas, é muito curto para quem quer ser titular de um clube tão grande como o nosso.
Tivemos assim direito a apenas 24 minutos de um FCP na sua máxima força.
Por mero acaso, e desta vez, ainda fomos a tempo.
Abençoada eliminação da Argélia na CAN...
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sábado, 21 de janeiro de 2017
Com cabeça
Quanto ao jogo, mais um grande sofrimento até praticamente ao fim. Jogos tranquilos são cada vez mais uma raridade. Tal como o Chaves, também o Rio Ave terá feito uma das suas melhores exibições de sempre no nosso estádio. Tiveram, inclusive, uma posse de bola superior à nossa. Verdadeiramente inédito. Há clubes a crescer a olhos vistos na Liga Portuguesa. Nem tudo se resume à nossa pouca eficácia. Há algo de novo a acontecer no nosso futebol.
E por falar em crescimento: mas que exibição gigantesca de Danilo. Como aqui já foi escrito, é o nosso jogador que mais tem evoluído. Que saudades de ver um "trinco" a fazer mais do que apenas defender. E mesmo no aspecto defensivo tem, ultimamente, batido aos pontos os anteriores ocupantes do cargo.
Logo após o nosso campeão europeu, tivemos hoje também direito a um Alex Telles vintage. A sua melhor exibição desde que cá chegou. Que assim continue.
No sentido contrário, o grande jogador que é Layún teve um regresso completamente desastrado (e o penalty, desta vez, é mesmo penalty).
A sua longa ausência pode não explicar tudo. Precisamos com urgência que volte aos seus melhores dias, até porque a dupla Telles-Layún parece ser mesmo a melhor escolha para as laterais.
Esteve bem NES ao retirá-lo do jogo. Até poderia tê-lo feito mais cedo.
Aliás, nesta partida, o nosso técnico esteve bem nas três substituições. Todas elas fizeram sentido.
Poderia até ter voltado atrás na entrada de Rui Pedro já que o 2-2 surgiu imediatamente antes. Não o fez (talvez já não fosse a tempo) e isso deu um sinal positivo a todos: hoje era para atacar com tudo.
Igualmente inteligente a entrada de João Carlos Teixeira: é com jogadores destes, que seguram a bola, que se controlam resultados favoráveis e não com aqueles outros mais defensivos. O segredo é ter a posse de bola. O adversário, não a tendo, não pode causar perigo.
Por fim, houve também "estrelinha". Finalmente tivemos direito a ela depois de jogos e jogos em que a sorte nada quis connosco. O Rio Ave teve duas chances seguidas para o 3-3 e nós, na jogada seguinte, matámos o jogo.
Por falar em "estrelinha", esta nossa vitória teve algo de slb na forma como foi conseguida. Principalmente na forma como recuperámos rapidamente a vantagem no marcador. Do 1-2 ao 3-2 passaram-se apenas 14 minutos. Coisa habitual pelas bandas de Lisboa mas raríssima no nosso caso. A diferença é que nós o conseguimos sem apoios externos. O golo de Felipe vai ser tema de conversa mas este está apenas milimetricamente em posição de fora-de-jogo. Em caso de dúvida, deve-se beneficiar sempre quem ataca. Aconteça isso na Luz ou no Dragão.
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domingo, 8 de janeiro de 2017
Foi-se?
Com duas ou três excepções ao longo desta meia temporada já decorrida, na maioria dos jogos do FCP parece que estamos sempre a ver a mesma partida. Parece que pouco ou nada aprendemos com os desaires anteriores e, num cenário como este em que tudo aparentemente se esquece, tendemos a repetir sempre os mesmos erros.
Por exemplo, apesar de tudo o que foi dito e escrito, visto e revisto nos últimos meses, lá tivemos hoje direito ao regresso de Herrera a titular para a Liga. Muitos dirão que foi dos menos maus. A pergunta é: e qual foi o efeito prático disso? Se num jogo em que ele é "razoável", este jogador pouco ou nada acrescenta de real e concreto, que esperar dele naquelas outras partidas (a maioria) em que ele está ao seu nível habitual, ou seja, fraco?
Uma das virtudes do slb dos últimos anos é aprender com os erros cometidos, coisa que não sucedia em tempos anteriores por aquelas bandas. Já nós, pelo contrário, parece que queremos chegar a um resultado diferente, repetindo sempre os mesmos erros.
Os outros agradecem.
E depois, claro, temos os já nossos habituais falhanços de todas as primeiras-partes.
Bola bem trocada de pé para pé, sim, mas poucas oportunidades reais de golo e com estas sempre desperdiçadas sem que ninguém se pareça aborrecer muito como isso, erradamente acreditando que ainda falta muito tempo e que novas chances virão.
Que jogador do "11" do slb falharia aquela oportunidade do Diogo Jota, completamente isolado? Se calhar, nenhum. E quando é que Óliver vai deixar de se comportar como um júnior na hora do remate?
Mas NES e os jogadores acreditam sempre que no segundo tempo é que vai ser. Ora, muito raramente o é.
A equipa perde gás, de uma forma gradual, até quase desaparecer por completo.
As substituições, essas, são cada vez são mais tardias e, nunca por nunca, são feitas antes de cada jogador a entrar ter uma aula de Desenho ministrada pelo nosso treinador adjunto.
O factor-tempo jamais parece ser uma fonte de preocupação para os nossos lados.
E, claro, para a tempestade ser perfeita, e como se já não bastassem estes inúmeros problemas, temos ainda direito a esta lenga-lenga, que já vem de longe:
E agora sem Layun. E agora sem Otávio. E agora sem Brahimi. E agora sem Danilo.
Num clube tão disfuncional como o nosso actual e ainda com estas ausências de peso, não há quem aguente.
"Fizemos mais de 20 remates. Temos de trabalhar bastante esse aspecto para que não volte o problema que já foi". Pois, Nuno, mas isso já vimos ouvindo desde o início da época.
O que nós pretendemos saber é o que, neste aspecto concreto, foi feito até ao momento (e que não deu resultados) e o que será feito no futuro para resolver de vez o problema.
E já não falta muito para o dia 31...
Por exemplo, apesar de tudo o que foi dito e escrito, visto e revisto nos últimos meses, lá tivemos hoje direito ao regresso de Herrera a titular para a Liga. Muitos dirão que foi dos menos maus. A pergunta é: e qual foi o efeito prático disso? Se num jogo em que ele é "razoável", este jogador pouco ou nada acrescenta de real e concreto, que esperar dele naquelas outras partidas (a maioria) em que ele está ao seu nível habitual, ou seja, fraco?
Uma das virtudes do slb dos últimos anos é aprender com os erros cometidos, coisa que não sucedia em tempos anteriores por aquelas bandas. Já nós, pelo contrário, parece que queremos chegar a um resultado diferente, repetindo sempre os mesmos erros.
Os outros agradecem.
E depois, claro, temos os já nossos habituais falhanços de todas as primeiras-partes.
Bola bem trocada de pé para pé, sim, mas poucas oportunidades reais de golo e com estas sempre desperdiçadas sem que ninguém se pareça aborrecer muito como isso, erradamente acreditando que ainda falta muito tempo e que novas chances virão.
Que jogador do "11" do slb falharia aquela oportunidade do Diogo Jota, completamente isolado? Se calhar, nenhum. E quando é que Óliver vai deixar de se comportar como um júnior na hora do remate?
Mas NES e os jogadores acreditam sempre que no segundo tempo é que vai ser. Ora, muito raramente o é.
A equipa perde gás, de uma forma gradual, até quase desaparecer por completo.
As substituições, essas, são cada vez são mais tardias e, nunca por nunca, são feitas antes de cada jogador a entrar ter uma aula de Desenho ministrada pelo nosso treinador adjunto.
O factor-tempo jamais parece ser uma fonte de preocupação para os nossos lados.
E, claro, para a tempestade ser perfeita, e como se já não bastassem estes inúmeros problemas, temos ainda direito a esta lenga-lenga, que já vem de longe:
E agora sem Layun. E agora sem Otávio. E agora sem Brahimi. E agora sem Danilo.
Num clube tão disfuncional como o nosso actual e ainda com estas ausências de peso, não há quem aguente.
"Fizemos mais de 20 remates. Temos de trabalhar bastante esse aspecto para que não volte o problema que já foi". Pois, Nuno, mas isso já vimos ouvindo desde o início da época.
O que nós pretendemos saber é o que, neste aspecto concreto, foi feito até ao momento (e que não deu resultados) e o que será feito no futuro para resolver de vez o problema.
E já não falta muito para o dia 31...
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Liga NOS,
Paços Ferreira
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Não Nuno, já nem aqui dependemos de nós
Distraído, dizia o nosso treinador, no final da partida, que ainda dependíamos apenas de nós para seguirmos em frente na Taça da Liga. Infelizmente, após mais este empate, tal não é o caso.
Aliás, se tivermos em conta outras declarações recentes, nomeadamente sobre a entrada e saída de jogadores, parece que anda muita gente distraída no nosso clube.
Foi mais um jogo com muita parra e pouca uva. Ou seja, golos (para tamanho domínio) nem vê-los.
Se juntarmos os encontros com o Belenenses para esta mesma Taça da Liga, e aqueles contra Braga, Marítimo e Chaves para o campeonato, este é o quinto jogo consecutivo, em casa, em que revelamos imensas dificuldades para resolvermos a questão em tempo útil. Sim, neste jogo também existiu o factor-arbitragem, mas desta vez, e por excepção, para os dois lados.
Vem aí a janela de transferências de Janeiro e, por isso mesmo, é mais uma altura para o adepto do nosso clube temer pelo que possa suceder nas próximas semanas. Muita asneira se tem feito em anos anteriores e o risco de tal voltar a acontecer é elevado.
Fala-se, uma vez mais, embora menos que em Agosto, da saída de Brahimi. Mas será que alguém realmente acredita que teremos a mínima chance de vencermos o campeonato sem o argelino?
Se, com ele em campo, a missão é já mais do que crítica, quanto mais se ainda andarmos a brincar com coisas (muito) sérias tais como equacionar a sua venda.
O slb, como já se viu, irá perder muito poucos pontos no que resta da temporada. Ou seja, o FCP é obrigado a ser praticamente perfeito. Por outras palavras, temos que vencer praticamente todos os encontros até ao final da época para a Liga Portuguesa.
Ora, melhor abre-latas do que Brahimi, infelizmente ainda não apareceu. Daí que nem por sombras o poderemos dispensar, isto se, efectivamente, queremos dar ainda alguma luta.
Sim, existe o problema da CAN em Janeiro, mas antes a Taça das Nações Africanas do que o problema maior de o vermos sair para outro clube.
À boca semi-fechada, anda também por aí o nome de Quaresma na baila (mera táctica para sentir o pulso aos sócios?). Certamente que a ideia original passaria pelo regresso deste para substituir Brahimi.
Eu diria que, pelo contrário, deveríamos ficar com os dois em simultâneo (e nem isso poderá ser suficiente, de tal forma as coisas parecem inclinadas para que ganhem os mesmos dos últimos três anos).
Ao menos ficaríamos de consciência tranquila de tudo termos tentado para o evitar.
Aliás, se tivermos em conta outras declarações recentes, nomeadamente sobre a entrada e saída de jogadores, parece que anda muita gente distraída no nosso clube.
Foi mais um jogo com muita parra e pouca uva. Ou seja, golos (para tamanho domínio) nem vê-los.
Se juntarmos os encontros com o Belenenses para esta mesma Taça da Liga, e aqueles contra Braga, Marítimo e Chaves para o campeonato, este é o quinto jogo consecutivo, em casa, em que revelamos imensas dificuldades para resolvermos a questão em tempo útil. Sim, neste jogo também existiu o factor-arbitragem, mas desta vez, e por excepção, para os dois lados.
Vem aí a janela de transferências de Janeiro e, por isso mesmo, é mais uma altura para o adepto do nosso clube temer pelo que possa suceder nas próximas semanas. Muita asneira se tem feito em anos anteriores e o risco de tal voltar a acontecer é elevado.
Fala-se, uma vez mais, embora menos que em Agosto, da saída de Brahimi. Mas será que alguém realmente acredita que teremos a mínima chance de vencermos o campeonato sem o argelino?
Se, com ele em campo, a missão é já mais do que crítica, quanto mais se ainda andarmos a brincar com coisas (muito) sérias tais como equacionar a sua venda.
O slb, como já se viu, irá perder muito poucos pontos no que resta da temporada. Ou seja, o FCP é obrigado a ser praticamente perfeito. Por outras palavras, temos que vencer praticamente todos os encontros até ao final da época para a Liga Portuguesa.
Ora, melhor abre-latas do que Brahimi, infelizmente ainda não apareceu. Daí que nem por sombras o poderemos dispensar, isto se, efectivamente, queremos dar ainda alguma luta.
Sim, existe o problema da CAN em Janeiro, mas antes a Taça das Nações Africanas do que o problema maior de o vermos sair para outro clube.
À boca semi-fechada, anda também por aí o nome de Quaresma na baila (mera táctica para sentir o pulso aos sócios?). Certamente que a ideia original passaria pelo regresso deste para substituir Brahimi.
Eu diria que, pelo contrário, deveríamos ficar com os dois em simultâneo (e nem isso poderá ser suficiente, de tal forma as coisas parecem inclinadas para que ganhem os mesmos dos últimos três anos).
Ao menos ficaríamos de consciência tranquila de tudo termos tentado para o evitar.
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Nuno Espírito Santo,
Taça da Liga
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Impossível
Isto ultrapassa tudo o que se viu nos últimos largos anos e que já tinha sido suficientemente mau. Assim, a Liga Portuguesa é absolutamente impossível de ser jogada, quanto mais de ser ganha.
Se neste passado Sábado, no Estoril, ficámos a saber que aquilo que 6 dias antes era "bola-na-mão" passava, de repente, a ser "mão-na-bola", hoje no Dragão aprendemos que nem vale a pena pensar mais no assunto: poderíamos até jogar com o nosso melhor "11" de sempre que, com contra este "poder supremo", não há qualquer hipótese.
Não terá sido ainda hoje mas, se todas e qualquer uma das decisões arbitrais continuarem a ser decididas em benefício do slb, é só uma questão de tempo até este campeonato ficar definitivamente resolvido em favor dos mesmos de sempre.
E só não aconteceu neste jogo devido a um golão de levantar o estádio. Danilo tem vindo a crescer a olhos vistos e mereceu completamente o título de herói do jogo. Isto numa partida em que tivemos um Chaves nunca antes visto. Seguramente a melhor exibição de sempre dos transmontanos num encontro, contra o FCP, na nossa cidade.
E tudo o resto que se poderia escrever sobre esta partida tem que, obrigatoriamente, passar para um plano secundário. As regras do futebol têm que ser iguais para todas as equipas participantes numa mesma competição e isso não está acontecer na edição actual da Liga Portuguesa. Ponto final, parágrafo.
Não vale a penar divagar sobre um qualquer outro assunto quando o básico não está garantido.
A continuar assim, a atribuição do título de campeão 2016/17 corre o risco de se tornar numa farsa sem vergonha.
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Arbitragem,
árbitros,
Chaves,
Vasco Santos
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Bom senso, por favor
Óliver, Otávio, Corona e Jota são efectivamente bons de bola mas, devido a sua tenra idade, falta de experiência e, sobretudo, alguma leveza física, dificilmente conseguem engatar duas boas partidas consecutivas. Para que as coisas resultassem no imediato seria preciso dar uma outra dimensão à nossa equipa. Layún e Brahimi, pelo seu valor intrínseco e maior experiência, poderiam contribuir para mitigar parte dessas nossas lacunas. Que pena que o nosso treinador não o saiba ou não esteja para aí virado.
Defender sempre com 11 homens, sempre certinhos atrás da linha de bola, é muito bonito mas provoca um cansaço que se paga numa menor lucidez e resposta física aquando da conquista da bola.
A Otávio, por exemplo, já não o vemos fazer aquelas grandes aberturas do início da temporada e também aqueles piques, bem dentro da área adversária são agora uma raridade.
Corona ainda os vai fazendo, mas o último passe raramente sai nas melhores condições. Óliver apaga-se hoje com maior facilidade do que há meia dúzia de semanas.
Já André Silva, faz furor com a sua pujança física ao vir cá atrás buscar jogo e muitas vezes para recuperar bolas. Tudo muito bem e os adeptos gostam disso mas e depois como fica a sua clarividência na frente do golo? Estará ele melhor ou pior do que em Agosto ou Setembro?
O nosso clube sempre teve jogadores que defendiam menos do que os outros e tal nunca foi um problema. E porquê? Porque ter a posse de bola continua a ser a melhor forma de defesa. Com o esférico do nosso lado, o adversário já não provocará o mesmo desgaste nos nossos jogadores, libertando-os assim para aquilo para o qual são mais dotados: o ataque.
Jogadores como Brahimi nunca serão um exemplo de bem defender mas dão às equipas outros atributos que largamente compensam tais "lacunas". A tal outra dimensão.
E quem gosta de futebol quer ver, numa Liga dos Campeões, os futebolistas mais dotados. Por isso mesmo nesta competição há muito mais dinheiro em jogo, pois tudo é da melhor qualidade. Não se pode ter uma postura de não colocar os melhores em campo. Nem os "tubarões" o fazem, tendo eles muito mais por onde escolher.
Já sobre Layun, temos que, para além de ser melhor que Telles, pelo menos do lado direito teria sempre lugar. Maxi é um bom profissional mas nota-se que já lhe faltam pernas para estas andanças.
Se ontem o objectivo era empate, então NES esteve bem em fazer as alterações apenas para queimar tempo. Ele, melhor que ninguém, sabe que aquele banco não estava ao nível de uma prova de exigência máxima. O nosso técnico teve sorte, porém: se o Copenhaga marcasse, quem ele faria entrar para tentar, em desespero, resolver uma iminente eliminação?
Quem tem Boly, Varela, André André, Evandro, Herrera e Depoitre como opções para dar a volta a um jogo, o melhor mesmo é ficar quieto.
Urge pois deixar as birras de lado e colocar todas as boas unidades em campo pois a nossa actual situação não está para brincadeiras dessas.
Que Brahimi não seja um novo Quaresma, despachado ao desbarato sabe-se lá bem porquê.
Ele e Aboubakar, que continuam a marcar na baliza certa mas, infelizmente, já sem as nossas cores vestidas.
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sábado, 19 de novembro de 2016
Avessos aos penalties
E pronto, lá voltamos ao mesmo de sempre, após a excepção que foi aquela grande exibição, durante boa parte da partida, frente ao nosso grande rival.
Como a maioria já suspeitava, aquela alma e garra "à Pedroto" era algo pontual que não iria ter grande continuidade.
Tal como em Tondela e Setúbal, para a Liga, este foi mais um jogo em que ficámos em branco e em que verdadeiras oportunidades de golo não foram assim tantas quanto tão grande "domínio" poderia fazer crer.
É um domínio entre aspas, portanto: muita parra e pouca uva. Ou seja, praticamente o mesmo que víamos nos tempos de Lopetegui.
E depois, já se sabe, a arbitragem faz o resto.
Um dos penalties reclamados não deixa a mais leve dúvida, mas dos três lances eventualmente passíveis de grande penalidade a nosso favor, pelo menos dois deles seriam seguramente marcados, caso acontecessem num jogo (e a favor) do nosso maior rival. Vira o disco e toca o mesmo.
Porém, o nosso técnico que por vezes é tão castigador (prossegue, por exemplo, com o seu processo pessoal de humilhação ao Brahimi), é muito mais suave quando tem que enfrentar os jornalistas.
Tal como após o empate no Bonfim, a mensagem que parece querer passar é de que são os jogadores os principais culpados dos maus resultados e a uma boa distância dos pecados arbitrais.
Tudo ao contrário, pois, daquilo que "Pedroto ensinou".
E que dizer da sua substituição única dentro dos 90 minutos?
Era já a pensar no prolongamento? Mas então uma equipa grande como o FCP não tem, pelo contrário, que fazer tudo para o evitar? O tudo-por-tudo tem que ser feito no tempo regulamentar. O prolongamento e os penalties só servem o adversário. É isso que eles mais desejam.
E só de pensar que contra o slb é que tal (não mexer) teria feito sentido...
E lá ficou Luís Gonçalves, no centro do relvado, a reclamar sozinho. Agora, já nem os jogadores se chateiam com isso.
Fiquem atentos à "newsletter" e ao Facebook...
Como a maioria já suspeitava, aquela alma e garra "à Pedroto" era algo pontual que não iria ter grande continuidade.
Tal como em Tondela e Setúbal, para a Liga, este foi mais um jogo em que ficámos em branco e em que verdadeiras oportunidades de golo não foram assim tantas quanto tão grande "domínio" poderia fazer crer.
É um domínio entre aspas, portanto: muita parra e pouca uva. Ou seja, praticamente o mesmo que víamos nos tempos de Lopetegui.
E depois, já se sabe, a arbitragem faz o resto.
Um dos penalties reclamados não deixa a mais leve dúvida, mas dos três lances eventualmente passíveis de grande penalidade a nosso favor, pelo menos dois deles seriam seguramente marcados, caso acontecessem num jogo (e a favor) do nosso maior rival. Vira o disco e toca o mesmo.
Porém, o nosso técnico que por vezes é tão castigador (prossegue, por exemplo, com o seu processo pessoal de humilhação ao Brahimi), é muito mais suave quando tem que enfrentar os jornalistas.
Tal como após o empate no Bonfim, a mensagem que parece querer passar é de que são os jogadores os principais culpados dos maus resultados e a uma boa distância dos pecados arbitrais.
Tudo ao contrário, pois, daquilo que "Pedroto ensinou".
E que dizer da sua substituição única dentro dos 90 minutos?
Era já a pensar no prolongamento? Mas então uma equipa grande como o FCP não tem, pelo contrário, que fazer tudo para o evitar? O tudo-por-tudo tem que ser feito no tempo regulamentar. O prolongamento e os penalties só servem o adversário. É isso que eles mais desejam.
E só de pensar que contra o slb é que tal (não mexer) teria feito sentido...
E lá ficou Luís Gonçalves, no centro do relvado, a reclamar sozinho. Agora, já nem os jogadores se chateiam com isso.
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