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| Abel Ferreira e os "erros não forçados" |
“O primeiro golo, infelizmente, é um erro nosso, um lançamento a nosso favor (…) Questionei os jogadores ao intervalo pela estratégia do jogo. (…) o que define o jogo é o passe, a qualidade do passe. Sobretudo são os erros não forçados que temos de melhorar. (…) Hoje o que fez a diferença foi a quantidade de vezes que saímos para o ataque e perdemos a bola com erros não forçados.”
Estas declarações foram feitas por Abel Ferreira, treinador do clube que muitos apelidam de “Benfica do Minho”, no final do SC Braga x SLB de ontem.
De facto, foi muito estranho, chegou a ser quase ridículo, a forma como alguns jogadores do SC Braga falhavam passes ou perdiam a bola no um para um. E alguns desses passes mais pareciam um “tapete vermelho”, estendido por jogadores do “Benfica do Minho” ao “Benfica de Lisboa” (como aquele passe que isolou o Raul Jimenez ao minuto 87).
Após o que se viu dentro das quatro linhas e depois das declarações do treinador da equipa bracarense, é inevitável recordar o encontro recente entre o presidente do SC Braga e o presidente do SLB, encontro esse após o presidente do Sporting ter acusado António Salvador de ser um testa de ferro de Luís Filipe Vieira no denominado G-15.
Salvador e Vieira, dois conhecidos de longa de data, amigos (dependentes?) de Jorge Mendes para a compra/venda/empréstimo de jogadores e com diversos interesses comuns (da construção civil ao futebol).
Por exemplo, Danilo, um “jogador de Jorge Mendes”, esteve emprestado pelo SC Braga ao SLB, mas como não vingou em Lisboa regressou ao Minho.
«Danilo foi a ilustração do desatino braguista. Falhou passes atrás de passes (…) e foi dele a asneira para o primeiro golo do Benfica. Vukcevic, Fábio Martins, Ricardo Horta e Xadas também tiraram o dia para uma desgarrada de asneiras sem fim.»
JN, 14.01.2018
Danilo, ontem, foi um dos piores em campo? Coincidências…
