
E como tudo parecia ir tão bem...há apenas uma semana atrás.
O problema é que a época - a sério - apenas começava precisamente na última terça-feira. Até aí, tinham sido apenas jogos para entreter.
E foi nessa terça-feira fatídica, que tudo começou a alterar-se. Dentro de campo? Não. Ainda antes disso, as coisas mudaram, em primeiro lugar, na cabeça do nosso treinador.
Tudo mudou na equipa, tudo mudou também em termos de resultados.
Restou apenas, e para alguns, a "boa imagem" deixada em Inglaterra.
Por via disso (jogo de Londres), e a pedido de várias famílias, Guarín voltou a ser chamado à titularidade, hoje à noite, em Braga. E logo aos 10 minutos, ironia do destino, acabaria por falhar, clamorosamente, uma das poucas oportunidades que o nosso clube teria em toda a partida.
O jogo poderia, muito bem, ter ficado logo ali resolvido.

Passado o susto, o Braga ganhou confiança e nunca mais se deixou subjugar.
Por outro lado, em mais uma inovação da liga lusa, Hulk, num lance a meio-campo, salta por cima do adversário para não se magoar. O árbitro da partida, viu logo ali motivo para "amarelo", quando nem sequer estava em causa uma grande penalidade ou algo do género.
O brasileiro nunca mais seria o mesmo após este cartão.
Segundo problema resolvido para o Braga, e ainda íamos a meio da primeira etapa...
Dois lances, um para cada lado, com a bola a tirar tinta aos postes (um deles, seria um belo auto-golo dos bracarenses), foi tudo o que se viu no que restava da primeira parte.

Na segunda metade, Jesualdo demora menos que o habitual e faz troca inédita de 2 elementos em simultâneo (Falcao por Farías e, o mais uma vez apagado, Meireles por Rodriguez).
Como a sorte nunca quer nada connosco, Alan, bem ao jeito do Naval na época passada, marca sem saber bem como.
Porém, desta vez, Helton não terá tanta culpa como o seu colega Nuno, há ano ano atrás, na Figueira da Foz.
Percebeu-se que não era dia (noite) para o FCP.
Daí e até ao apito final, nem sequer tivemos direito àquela reacção de Stamford Bridge. Nada.
Muita pouca cabeça e, contrariamente ao habitual, nem sequer um "coração" por aí além.
E, desta vez, nem direito teremos aos elogios da imprensa inglesa...

